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28 janeiro 2020

Eu seria um líder do futuro?

A blogosfera - mundo dos blogs - evoluiu bastante desde que comecei, lá em 2011. O profissionalismo atingiu a comunidade e desenvolveu novos empreendedores, daqueles que criam conteúdo útil, ensina algo para os seus seguidores, sabe como manter uma relação entre o seu público e a marca. Produz suas estratégias de marketing e alimenta bem as suas redes. Os blogs pessoais serviram de início para tudo que estamos vendo hoje, desde o bom tratamento do que é compartilhado, até a adoção do blog para as empresas e sites corporativos - todos querem manter uma relação com o público, reeducar para facilitar a usabilidade da plataforma/serviço, até mesmo utilizar das técnicas de marketing de conteúdo.

Eu digo, sem medo algum, de que eles são líderes do futuro!

Uma das pessoas que mais admiro o desenvolvimento na internet é a Tamara, do Tamaravilhosamente, e também da página de lettering. Além de ter crescido e expandido a marca, ela também possui um bom relacionamento com os seus seguidores e uma boa interatividade no blog, nas redes sociais e consegue se superar cada vez mais nas suas artes. Também do Gustavo Mendes, que teve um blog com conteúdos fantásticos, originou um brechó com loja digital e hoje produz ótimos vídeos para o IGTV do seu perfil. Outro que também acompanhei o desenvolvimento foi o Gabriel Lucas que, reformulou todo o seu blog, transformando-o no Nation Pop e agora a agência Nation Content, inclusive faz parte do time da consultoria da Beco de Ideias.

Eles são algumas das personalidades que conheci na blogosfera, desenvolvemos e trocamos conhecimentos juntos, e evoluímos bastante pelo lado profissional e pessoal desde àquela época. Todos possuem uma característica de um(a) líder do futuro: desenvolvem conhecimento para à evolução da sua comunidade - independente do nicho, sabem se reinventar e trabalhar de acordo com as suas possibilidades e encontram na evolução do mercado a possibilidade de empreender. Eu vibrei vendo a Tamara fazendo seus lettering e saindo no A Gazeta, assim como estive acompanhando o Gabriel nas suas mudanças e mandando o Brechó GuPaul, do Gustavo, para todo mundo que conheço. Eles foram as primeiras referências de liderança pelo futuro que tive. O que me fez desenvolver a minha expertise empreendedora!

Mas, eu seria um líder do futuro por isso?

Talvez! Se eu não tivesse recolhido todas essas experiências e inspirações para poder aperfeiçoar toda a minha performance nas redes sociais, transformar isso em um empreendimento e poder inspirar outros cinco empresário à cuidarem de forma correta do seu negócio e faturar com isso. Cuidar da saúde do seu negócio não é algo fácil de conseguir, mas quando alcançar é obrigatório manter. Agora, se formos pensar sobre as características de um líder do futuro teremos:

1. Conhece o seu público

Saber quem te acompanha e aproveita do seu conteúdo é uma 'qualidade' obrigatória. Afina, sem esse conhecimento é impossível manter um negócio funcionando bem. Ou sair do papel! Entre esse saber, a construção de uma persona (ou persona evolutiva!) faz parte da construção de negócios efetivos e produtos que realmente farão diferença.

2. Antecipa tendências

O futuro é mais fácil ser inventado do que previsto. Porém, o que digo sobre antecipar tendências é um fruto dos insights e ideias que colhe sobre o seu público, e de acordo com o conteúdo que você anda produzindo nas suas redes sociais, para quem te acompanha. Para ilustrar melhor: observe as postagens do blog do Nubank e a página da Beco de Ideias. Dos mais antigos ao mais recente. Vai perceber que os conteúdos se interligam, fazem sentido e são evolutivos: como se os conteúdos marcassem um ante, durante e depois do consumidor evoluir de acordo com o conhecimento recebido desde a primeira postagem.

3. Agrega valor e procura novos caminhos

Quando você está à frente de uma comunidade, agregar valor, iluminar o caminho e dissecar temas que estão em volta do propósito do público que está te seguindo. Um exemplo é o BrandingLab que está super em alta, indo em busca da desmistificação do branding (gestão de marca), o Nunca Fiz um Canvas que trabalha a estratégia de criatividade e venda e a Preta Grana, ensinando a comunidade negra à trabalhar as suas finanças. Agregar valor é ensinar de forma correta e pés no chão a sua comunidade à atingir seus objetivos, procurar novos caminhos é eles terem plena sabedoria de que o crescimento é individual.

Mas não adianta apenas ter o conhecimento!

Digamos que você saiba tudo isso (eu confio em ti, em!). Não adianta você ter todo o conhecimento necessário para turbinar a sua ideia, ter um plano de negócios que está quase perfeito e não saber como (ou não) agir. Toda ação gera uma reação, se colocar a mão na massa e começar a se aprofundar, as chances de dar certo irão crescer mesmo que demore alguns meses. Se esperar o momento ideal para começar, pode ter certeza que o fracasso te abraça amanhã.

E não estou falando da boca para fora. A maioria dos meus mentorados nem sabiam como lidar com os seus projetos guardados na gaveta, era sempre: Por que não impulsionou a postagem do seu produto? "Não sabia como fazer", ou "achei que não precisava". O que te falta para começar a vender? "O momento certo". O que te faz parar? "O medo e insegurança".

Eu tenho uma notícia para vocês: Para crescer, você precisa investir nem que seja tempo. Para vender, você precisa perder em algum momento, nem que seja R$ 1. Para perder o medo, você tem que dar o primeiro passo no que te dá medo. Ou seja, não vai adiantar ir em busca do crescimento sem estar sempre cuidando da sua comunidade e compartilhando novidades com ela, nem buscar lucro sem ao menos impulsionar ou mostrar que o seu produto existe, e muito menos temer às novidades sem desbravar a sua vontade.

Que tal ser um(a) líder do futuro?

Te juro que não sou um coach quântico da internet. Estou aqui há 10 anos e dedico toda criação ao aprendizado mútuo e o desenvolvimento de todos. Fora que, ainda terei um time de peso para a criação de conteúdo, aulas e desenvolvimento de estratégia, são mais quatro empreendedores te ajudando a alcançar o seu sucesso. Você vai ouvir o Gabriel Lucas, Camila Nunes, Luiz Henrique e a Gabrielly Barros falando diretamente contigo, além de mim.

E não precisa ser empresário(a) para isso. Serve também para quem possui um blog na internet e quer lucrar com isso (marketing de influência/conteúdo), ou ainda tem um projeto na gaveta e não sabe como tirar do papel, serve também para pequenos empreendedores que não aprenderam como vender de forma certa. O nosso foco é o seu crescimento, por isso, estamos abrangendo todos os nichos e ensinando à empreender de forma certa com os pés no chão.

Saiba mais sobre a liderança do futuro no Instagram. Ou, faça a sua inscrição diretamente aqui: linktr.ee/becodeideias.

14 outubro 2019

Criando o storytelling da sua marca de sucesso

Muita gente já deve ter ouvido sobre Storytelling, está muito em alta no mercado da comunicação e da publicidade, especificamente, o branding vem sendo contado dessa maneira: contando histórias. Seja para atrair clientes fãs do que está sendo transmitido, ou encantar àqueles que estão distante da marca por algum motivo. Recentemente a Renault conseguiu fazer ambos com apenas um comercial, contando o seu final do desenho animado 'A Caverna do Dragão', o buzz foi tão grande que no Youtube conta com mais de 27 milhões de visualizações e ficou em alta no Twitter por muito tempo.

Se engana quem acredita que o Storytelling é centrado somente nos comerciais e vídeos-patrocinados pelas empresas para aumentar o seu alcance. O marketing de conteúdo tem a sua fama exatamente por isso, e comprovado que o mesmo possui uma eficácia tão grande quanto anúncios de imagens, e uma conversão tão grande quanto posts patrocinados nas redes sociais. O que os une é a maneira que fixa a atenção dos consumidores, e isso tem isso um empecilho para algumas marcas que não conseguem manter o cliente até que o anúncio seja, realmente, comprado por ele.

Desde que comecei a empreender, e prototipar algumas estratégias de conteúdo, contar histórias foi uma das estratégias utilizadas para alcançar o público-alvo ideal sem muito esforço, além de pôr SEO e SEM numa longevidade tão grande que não fosse mais preciso divulgar a marca com a intenção de conquistar novos usuários no meu blog, mas sim manter-me ativo nas redes sociais. O que deixou de ser preciso logo em seguida. Deixei de compartilhar e avisar sobre as novas publicações na fanpage, abandonei quase mil seguidores naquela rede, também deixei de anunciar no Instagram, e o perfil é apenas um lugar que atualizo 'de vez em nunca' com algumas selfies - isso quando lembro de publica-las.

Mesmo deixando-as para trás, o blog teve um crescimento de 200% nos usuários e passamos a contabilizar mais de 170 mil acessos sem muito esforço, apenas publicando os conteúdos que faz o perfil ideal da persona criada. E o que isso tem a ver com contar histórias? Bom, você chegou até aqui. Mas deixa eu continuar com a minha experiência!

Nas minhas publicações como: o mercado da influência digital, como eu cuido da minha assessoria e como ter um bom mindset, foram conteúdos que se descaram no quesito de contar a minha história e partindo deles, poder vender a minha influência para os usuários. Resultado? Os mesmos números que contei lá em cima, fora um alcance orgânico com mais de 2.500 por publicação na fanpage, apesar dela ter um bom desenvolvimento, depender das redes sociais não é algo bom para quem trabalha e depende do alcance para se desenvolver. Todos esses conteúdos linkados tiveram divulgação nas redes sociais, bem depois de serem publicados. Mas as redes não foram responsáveis pelo seu sucesso, publicações do mesmo período receberam o mesmo efeito (tendo entre 1.200 à 4.200 acessos diretos).

Quando você oferece conhecimento ao seu público, ele nutre aquilo de forma tediosa, como se estivesse numa sala de aula à tarde, tivesse um professor cansado e frustrado com o descaso com o ensino e tendo que pegar todo conteúdo e replicar numa prova. Isso com certeza é tedioso! É uma maneira padrão de estudar, da mesma maneira que há maneiras únicas de escrever um texto.

Tudo se transforma com uma história

Todo processo criativo é baseado na inspiração que desejamos passar para o usuário/cliente no momento em que aproveita do nosso produto/conteúdo. Não é somente ler sobre a minha vida, ou de uma experiência que tive. Mas oferecer ao cliente outras perspectivas de uma dificuldade que foi suprida, e fazer com que todos entendam que àquilo é comum e pode acontecer com todos. Então, quando construo uma narrativa para àquele assunto, seja ele real ou fictício, o meu dever passa a ser a garantia da reflexão do usuário em questão, de quem aproveita aquele conteúdo.

Construir uma narrativa, uma história e fazer com que ele se desenvolva é algo necessário para que o cliente entenda o que está acontecendo e que naquilo há um embasamento real e sentimental. Na mesma estratégia, construí todo branding e popularidade da Beco de Ideias, nisso, todos os conteúdos serviram como complemento de identidade da marca. E o resultado foi sensacional! Semanalmente alcançamos cerca de 1.300 pessoas no Instagram, e aos poucos, estamos batendo metas e objetivos com muito mais facilidade, contando histórias.

31 agosto 2019

Agregando valor ao blog para empreender

Aconteceu muita coisa no final de 2018, incluindo os três anos do blog no ar, com uma estratégia viva e concretizada para continuarmos em alta, mesmo que eu estivesse longe. Mais do que publicar conteúdos e ter um calendário editorial que supra a necessidade do público, ou simplesmente entupa o seu blog de conteúdos recentes, mas também entender quem você está impactando com àquele conteúdo que teve milhares de acessos e se de fato é quem tanto esperou alcançar. Empreender é sobre isso. Diferenciar quantidade de qualidade, e ter a capacidade de recomeçar caso seja preciso. Há alguns anos eu não possuía esse mindset, mas após dar origem à uma agência criativa, tudo passou a fazer mais sentido aos meus olhos. 

A Beco é o meu primeiro empreendimento e tudo que estou desenvolvendo está sendo um novo conhecimento. E além de tudo, estou tendo contato com pessoas que jamais pensei ter e sendo seguido por empresário de diversos tamanhos e nichos, dos faturamentos mais altos até os que estão começando. E cada um tem o seu valor. Quando se pensar em criar uma empresa, primeiro, é necessário saber quem você é e quem você pode se tornar, uma vez ouvir dizer que empreendedorismo é mais sobre autoconhecimento do que ganhar dinheiro, e é verdade. Todos os momentos foi preciso entender em que ponto estava, e qual seria o próximo atingido, seja com uma estratégia, decisão ou parceria. Cada sim e não conta, e te leva para algum lugar. Também é sobre entender o sucesso dentro do fracasso.

Um pequeno sonho, e um grande sonho, dá o mesmo trabalho.

Lembro de ter dado uma pequena crise de ansiedade quando a primeira publicação no perfil da Beco de Ideias foi ao ar. Foi no Twitter, e alguns parceiros fomentaram o seu crescimento rápido e repentino. Mesmo que não tenhamos tido uma popularidade naquela rede social, usamos dela para crescer o Instagram e foi sucesso absoluto. Pequenos números são grandes para quem começa do 0. E empreender, de fato, foi iniciar do zero. Com um novo nome, uma nova marca, um outro público, novos conteúdos, maneiras de falar, me comunicar, interagir e principalmente de comportamento. Mesmo que esteja administrando o perfil da sua empresa, entender que ela tem uma personalidade distinta da sua é o primeiro passo da maturidade empresarial. Mas lá atrás, antes de tudo, agregar valor ao blog foi essencial.

No mundo do empreendedorismo, em especial, das startups, as pessoas têm costume de seguir o marketing daquela empresa para decidir qual será a aproximação com àquele empresário por trás dela. Isso é, o perfil da Beco também é um portfólio meu e de quem eu sou. Agregar valor ao que tenho em mãos, para depois depositar no que está sendo construído, é o primeiro insight que devemos ter antes de definir como a empresa será tratada. Depositando todo conhecimento, conteúdo e experiências que construiu com o seu blog à empresa/agência desenvolvida, o aumento das chances do seu êxito será ainda maior. Colou?

10 agosto 2019

Por que eu abandonei as redes sociais?

Calma, ainda dá para conversar comigo pelo meu facebook e instagram. Mas a fanpage do blog ainda vai continuar abandonada e não verão conteúdos do blog sendo divulgados no meu perfil do instagram, mesmo não sendo frequente antes. E isso foi uma decisão permanente, até que eu precise conversar contigo dentro dessas redes sociais (o que pode acontecer por conta dessa postagem). Mas o assunto é justamente sobre o algoritmo dessas redes sociais que impedem o crescimento contínuo dos blogs e marcas que tentam se desenvolver de maneira orgânica, e gratuita. Apesar de não ter esse efeito com o Blog do Deivy, principalmente na nossa fanpage, o esforço e o desgaste mental feito para bater uma meta de acessos me deixou extremamente cansado quando me questionava sobre o sucesso inalcançável.

Mas não só isso motivou o abandono das redes. As mesmas possuem um conteúdo tóxico para a mentalidade dos usuários, ao mesmo tempo que proporciona um espaço democrático e aberto aos debates, o incentivo a competição - seja de likes ou 'beleza - pode acabar com a autoestima de qualquer um. E foi justamente assim que me vi naquele momento, não que precisasse de likes para validar o meu conteúdo, ou necessitava desenvolver a minha autoestima dentro das redes sociais, mas o afastamento delas me trouxe muitos benefícios e tive grandes descobertas e conhecimento fora delas por muito mais tempo. Hoje, rolar o feed por tédio não é algo muito frequente já que descobri outros hobbys, fiz novas amizades e pude depositar tempo no colégio e na Beco de Ideias. Empreender tem sito uma luta e tanto, mas estou tendo tempo para colher os frutos e poder plantar novas sementes frequentemente.

Apesar das redes ainda serem fundamentais para o retorno dos usuários e seguidores ao blog, tudo passou por uma mudança e reeducação durante um curto período de tempo para que pudesse, de fato, deixa-las de lado e apenas publicar os conteúdos tendo certeza de que seriam vistos e comentados. Desde o começo do ano que desleixei em relação a fanpage e o blog vem crescendo, mesmo que pouco, as estratégias de SEO vem mostrando efeito e não deixando que as publicações tenha sido em vão. Precisei ir largando aos poucos, divulgando depois de algum tempo e quando divulgado o leitor ter a impressão de que já foi visto, também passei a comentar mais nos outros blogs e interagir de maneira significativa para que não perdessem o reconhecimento sobre o Blog do Deivy. Tudo preparado para me afastar significantemente e não perder a frequência de acessos, e nem cair no esquecimento.

Deu certo. Ainda veem o meu blog, sabem meu nome, interagem comigo e reconhecem o quanto ele foi importante para a construção da minha imagem e conhecimento que possuo. Posso dizer que, em meio ao mundo empresarial, ele serve como meu portfólio principalmente por comercializar em grande parte a produção de conteúdo para as empresas e clientes que procuram a Beco. Tudo que aqui foi construído nos resulta em quase 2 mil impressões semanais com estratégias de alcance orgânico, no Instagram. Mas o meu perfil próprio não fica por trás, e não quero falar de números. Acredito que todos temos algo para aprender e compartilhar com o outro, e isso sempre será a minha prioridade quando o assunto for produzir conteúdos de qualidade.

25 maio 2019

Crescer ao mesmo nível de amadurecer

Quando iniciei na internet como blogueiro, isso há 9 anos, o meu único objetivo era apenas desvendar esse mundo que ainda era pouco frequentado e muito ingênuo, sem pretensão alguma de futuro ou desenvolvimento do que poderia se tornar. Bom, não para os blogueiros que ali estavam compartilhando conteúdos e interagindo uns com os outros. No decorrer desses anos vi muita coisa mudar, desde influenciadores se tornarem o veículo principal de uma grande ou pequena empresa, até a movimentação de multinacionais para investirem nesse mercado, até então, desconhecido pelo seu público como um mercado em si.

Tive muitos blogs, alguns foram excluídos por não darem certos como eu queria. Mesmo sem muito conhecimento, sabia que era possível ser reconhecido pelo trabalho que faria com ele, sem saber por onde começar, me frustrei. Mas não desisti, olha o resultado dessa persistência, ainda estou aqui. E continuei desbravando todo conhecimento que poderia ser proporcionado para uma criança curiosa. Li muitos outros blogs, fiz muitas amizades e fui desenvolvendo novos conteúdos com base naquilo que aprendia. Descobri a paixão por marketing, depois por empreendedorismo, branding, design, diversidade e conhecimento criativo. Foram anos de muita descoberta e conhecimento, ainda está sendo, todos os dias me permito à aprender algo novo e esperar pela surpresa de amanhã.

Nem tudo foi um mar de rosas. Enfrentei muitos bloqueios criativos, algumas críticas que me fizeram pensar sobre o que realmente iria me dar futuro, e algumas autosabotagens que me fizeram pensar em desistir de tudo que havia sido construído até um certo ponto. E eu fui desistindo, com desejo de recomeçar. E foi assim que continuei seguindo em frente com os meus sonhos! Acredito que esse seja a minha diferença comparado a outros blogueiros que fracassaram e acabaram mudando o seu rumo de vida. Mas eu jamais tive o desejo de parar algo antes de dar um resultado final. O Blog do Deivy surgiu em 2015, mas com propósitos de dar certo, a intenção de dar certo. E foi assim que eu dei os primeiros passos para chegar até aqui.

A profissionalização da blogosfera

Houve uma época que tive uma participação muito ativa na blogosfera: o ápice da profissionalização. Nesse momento, posso dizer que foi o maior pico de acessos no início do blog. As pessoas que queriam fazer parte dessa transformação interagiam constantemente comigo. Seja para troca de conhecimento ou estabilizar uma futura parceria, o que me fez crescer sempre mais em questão de conhecimento, e também de tamanho. Hoje continuo sendo referência naquilo que faço, o Blog do Deivy continua sendo um currículo gigantesco para quando eu me apresento para um trabalho. Através dele, construir muita coisa na minha vida e pretendo continuar assim.

Mas a vida nos leva para novos caminhos, muitas vezes contrário ao que desejamos. Embarquei muito no marketing e empreendedorismo, cheguei a testar algumas campanhas internas e temporárias do blog que tiveram um grande desenvolvimento dentro e fora da internet. Alcancei objetivos e patamares grandiosos. Quando a blogosfera iniciou a sua profissionalização e passou a trabalhar com seus sites e blogs, até mesmo perfis do instagram, com um objetivo maior de alcançar marcas e empresas para tornar os likes em dinheiro, e fazer disso um trabalho fixo, ou renda permanente. E quando isso aconteceu, eu já tinha uma certa experiência, o que fiz foi compartilhar todo o meu conhecimento e isso acabou me dando o reconhecimento necessário para ser CEO da Beco de Ideias, a agência que acabou se tornando o meu maior objetivo de vida.

Marketing e empreendedorismo, com sonhos!

Eu tive uma sorte gigantesca na vida. Ou objetivos óbvios de acordo com a minha necessidade. Comecei na Beco (chamamos assim carinhosamente!) como assessor comercial e diretor de marketing (uma grande responsabilidade). E as coisas foram caminhando feito lesma (admito). Foram anos tentando desenvolver um projeto sustentável e que durasse mais que um ano, mesmo sem expor isso, eu sabia que a maneira que estávamos trabalhando não iria consolidar um negócio duradouro como a Beco de Ideias poderia se tornar futuramente. Tivemos tentativas fracassadas, tentei replicar muitas técnicas utilizadas aqui no Blog do Deivy, mas o resultado foi sempre o mesmo: uma pedra estava no nosso caminho.

Antes de saber a minha capacidade como CEO, procurei gerir algumas campanhas aqui no blog mesmo. Como o #DeivyTodoDia, onde trabalhei com alcance orgânico e algumas parcerias para poder testar o público que tenho através do bombardeio de informações e conteúdos. E foi um teste muito cansativo de realizar, mas conseguimos manter um conteúdo de longo-prazo 'na boca do povo' por um tempo longo, mesmo levando em consideração que as postagens seriam conteúdos para serem absorvidos e aproveitados rapidamente. Resumidamente, era para servir de isca para atrair um público passageiro. Com esse teste consegui provar a minha capacidade. Mesmo algumas coisas dando errado durante a produção de conteúdo. 

Foi preciso inovar (e sempre será!)

No final do ano passado a Beco de Ideias já estava sobre minha gerência. Algo bem passivo e discreto, mesmo querendo bradar para os quatro cantos do mundo todos os meus sonhos e objetivos com a empresa, preferi dar pequenos passos para pensar melhor sobre cada uma das parcerias que poderia realizar com finalidade de crescer e conquistar público fiel e acolhedor. Para isso precisamos passar por diversos estágios até alcançar o nível atual.

PRIMEIRO: Foi preciso ressignificar a empresa de baixo para cima. Mesmo com uma mudança na gerência, os passos que dei começaram do que todos consideram fútil para que fosse possível alcançar os maiores patamares. O que fiz foi dar um novo design às redes sociais. Renovamos a logomarca, alinhando-o ao novo propósito da agência. Anteriormente, teríamos começado com a intenção de trabalhar com influenciadores digitais e empresas, desenvolvendo conteúdo que auxiliasse essas pessoas no mercado digital. Hoje acreditamos que produzir conteúdo deve ser uma atividade prazerosa, e desenvolvemos conteúdos para empresas que desejam uma comunicação mais conversiva em relação ao público.


SEGUNDO:  A parte mais fácil, acredito eu, foi compartilhar conteúdos que apresente ao público os nossos interesses. Mas nem sempre isso significa que daria menos trabalho. Nossa comunicação com o público-alvo iniciou com pequenas conversas, sendo uma mensagem rápida que precisava ser deixada e vista rapidamente, mas que encantasse. O que mais se enquadrou a este perfil foi o Twitter. Dar um start no nosso perfil da rede fez com que alcançássemos 10 mil pessoas com os tweets e fomentasse as primeiras parcerias.


TERCEIRO:  Passamos para o Instagram com uma sede de conquistar e dominar o mundo (brincadeira! rs). Mas apresentamos a então fundadora Laís Cruz, e o então CEO, eu. Apresentamos todos os conteúdos que temos especialidade e iriamos abordar mais para frente. Mas de uma maneira aprofundada: compartilhávamos curtos conteúdos que davam ao público uma noção do que se tratava o tema em questão. Fazendo assim o público se identificar  com uma frequência maior. Alcançamos quase 1 mil pessoas na primeira semana de perfil.

Como será o futuro?

Quando você empreende vive em um mar de incertezas, mas arrisca o tempo inteiro para um futuro estável com os seus sonhos, trabalho e emocional. Mas tudo vai amadurecendo com o tempo, o blog não é mais a minha brincadeira de criança, tão pouco estou usufruindo dele como antes e como realmente queria. Mas quando se tem uma empresa para gerir e parceiros para cuidar, o tempo acaba sendo muito limitado e racionalizado para que tudo dê certo enquanto possa. A produção de conteúdo demanda tempo e é necessário escrever com a vontade de transparecer conteúdo de qualidade para todos aqueles que lerem. 

A Beco de Ideias vem crescendo em todos os sentidos. Na credibilidade, no número de parceiros comerciais, na administração de campanhas e projetos e no fluxo financeiro. Acredito que a estabilidade não esteja tão longe para ela, assim como para toda empresa de qualidade que vem surgindo. Estamos fomentando as parcerias certas, baseada nas minhas histórias contadas aqui, e nos princípios e caminhos determinantes, baseados naquilo que vivenciei anos atrás. Futuramente estarei vendo qual rumo o Blog do Deivy irá tomar dentro de tantas novidades e acontecimentos, e tenho certeza de que ele não ficará de lado.

Beijos do Deivy!

23 março 2019

Como funciona o Marketing de Causa?

Como funciona o marketing de causa
Hoje é muito comum vermos as grandes empresas 'escolhendo um lado', tomando posicionamento em causas e aprimorando seus produtos para outros biotipos, fazendo com que a acessibilidade de outras pessoas que não fazem parte do seu público-alvo seja maior - mas nem todas conseguem manter a coerência. A diversidade é algo que pede muita atenção e humanidade para ser tratada, quando não é feito por sinceridade de marca, tudo pode ir por água abaixo - pois as palavras devem ser coerentes com as ações. 

O Marketing de Causa está ligado ao branding de uma empresa. Partindo do momento em que decide colocar a sua marca em prol de um movimento, ou grupo social. É muito importante que isso aconteça, não só com empresas, mas também artistas, pois vivemos num país muito desigual e violento contra minorias em todos os sentidos: econômico, educacional, segurança, até mesmo no sentido de desemprego há um abismo gigantesco entre as raças e classes sociais. Logo, o marketing de causa faz com que a aproximação da empresa com essas classes seja revolucionário e ao mesmo tempo uma via de mão dupla, pois: as minorias terão uma oportunidade maior de se inserir no mercado de trabalho, ganha visibilidade de causa e o maior desenvolvimento do grupo social é atingido com um êxito social bem maior.

Por exemplo, utilizar esse tipo de marketing não é somente fazer propagandas (praticamente floodar) dizendo que a empresa está investindo em diversidade. É preciso entender que os seus seguidores, clientes ou público não são leigos. Também sabemos muito bem identificar o oportunismo comercial. E temos muitos exemplos de que forçar uma causa não dá certo.

Em contrapartida, além de mostrar a diversidade da sua empresa e celebrar a equidade que conseguiu estabelecer, desenvolver uma boa cultura, criar um sistema político interno para que possa oferecer assessoria aos seus funcionários e prestar assistência de qualidade a todos e estar preparado para enfrentar avalanches (claro, junto a eles), é um dos fatores que fazem a empresa ser recebida de braços abertos pelas minorias. O Nubank é um exemplo disso. Mesmo não tendo toda diversidade que seria necessário para um país como o Brasil (principalmente, inserindo pessoas negras), deu o primeiro passo com o lançamento do seu IGTV no Instagram. Convidando os estabelecimentos comerciais a colocarem na fachada a bandeira LGBT+. Além de abrir oportunidades para outras pessoas, como dá para ver na página de imprensa.

Investir em causas sociais, pressionar políticas públicas através da economia, inserir novos grupos sociais ao mercado - tudo isso e muito mais envolvem o marketing de causa. Vai além da fama e populismo público. Apenas mimar com produtos voltados ao mercado que quer investir não funciona por muito tempo. Pode dar certo inicialmente, mas muitos artistas LGBT estão crescendo e dominando o mercado, muitos empresários negros estão dando voz à bandeira, e muitas mulheres também estão desenvolvendo um mercado próprios. Todos querem cuidar e investir nos seus, agora cabe a você escolher se quer juntar-se ao movimento, ou tirar farpas - o que particularmente não recomendo.

Mas então, o que acha de conhecer o Beco de Ideias

02 fevereiro 2019

Como empreender com o seu blog

É normal, e até esperado, que a visibilidade que conquistamos dentro da internet nos abra oportunidades gigantescas para o mundo á fora. Um desses caminhos vem sendo uma das alternativas mais populares para quem produz conteúdo para internet, tem especialidades relacionadas as redes sociais ou conseguiu bons números dentro do Instagram, mantendo um nível considerado muito bom em interação com os seus seguidores - tudo isso e muito mais é uma porta para abrir um empreendedorismo digital, e desde que comecei a me envolver com esse mundo, o blog foi fundamental para completar o que faltava em todo projeto e também o ponto de partida da visibilidade que a minha futura empresa teria. É por isso que a maioria das lojas e empresas digitais possuem uma aba dedicada especialmente para um blog interno.

Durante um tempo, a blogosfera ficou discutindo o termo 'ramo digital', que se referia a possibilidade de pôr um negócio para funcionar no digital e transforma-lo numa categoria ou tendência à ser seguida por empresários. Muitos rejeitaram e até enxergaram problemas no termo, mas foi questão de tempo para entenderem o que há por trás. Hoje, mesmo não utilizando tanto o mesmo, as pessoas se referem ao digital como uma categoria de negócio e uma oportunidade de iniciar o mesmo - e não está errado. Caso queira empreender dentro da blogosfera, posso te ensinar algumas coisas básicas (ou nem tão básicas assim!).

1. Saiba o que está fazendo

É comum ver dicas onde recomendam você à ter um propósito em mente, e isso é correto, mas também deve ter em mente sobre o que está fazendo dentro da internet para conquistar o seu espaço. Se tem uma coisa que as pessoas estão querendo que as empresas mantenham sempre e cada vez mais é a coerência, por isso, levar a sua imagem à empresa que está desenvolvendo pode ser uma boa ideia para dar-lhe nome, visibilidade e credibilidade. Também, mantenha sempre o conhecimento e os estudos ativos sobre sua área, inovar sempre é uma boa ideia. Importante manter sempre uma boa interpretação e visão sobre os passos que já deu, e pretende dar futuramente. 

2. Todos têm limites 

Não adianta querer trabalhar 12h por dia achando que assim fará o seu negócio dar certo. Não funciona desta maneira. Desde que passei a liderar o Beco de Ideias, trabalhei muito e dediquei muito tempo no design, produção de conteúdo e muitas vezes desliguei o computador para poder focar mais no celular, onde estava mantendo contato com um futuro membro da equipe ou um parceiro em potencial. Mas não é desse jeito que as coisas vão para frente, é necessário manter uma capacidade mental para lidar consigo mesmo e as mudanças repentinas que aparecem no nosso caminho - dar um tempo à si mesmo é mais que necessário.


3. Quem quer ir longe, leva alguém

Ninguém constrói algo sozinho. É importante manter um bom networking entre pessoas que podem acrescentar alguma coisa que será útil futuramente. Pode ser uma ideia, opinião, feedback sobre seus planos, ou até trabalhar contigo dentro da sua futura empresa. No Beco acontece exatamente assim, é importante manter uma colaboração ao invés de concorrência entre os mesmos, isso faz com que todos tenham interesse e o objetivo de crescerem juntos em prol de um crescimento coletivo e do bem-estar da empresa como um todo.




4. Monetizar o seu blog ainda é útil

Apesar de estar pouco em alta, muita gente ainda mantêm os mecanismos de monetização ativos, principalmente grandes portais de notícias e entretenimento. É isso que alimenta o blog, mesmo que gere uma receita pequena, investir em visibilidade e conquistar parcerias com outras empresas para investir na sua ideia pode trazer grandes benefícios e te colocar no mercado com um caixa maior, uma credibilidade no ramo de negócios estabilizada e um público de potenciais clientes para comprar os produtos que desenvolver e comercializar.




5. Estude outros negócios

Ninguém está na internet sozinho, estudar e analisar outros negócios e empresas podem ser útil para aprimorar a sua ideia de empreendedorismo, saber as suas vantagens, ter uma noção maior sobre a sua posição inicial e como seguir em frente com a mesma. Como CEO na agência, eu me vejo em constante necessidade de me informar e estar atualizado em relação ao mercado digital, as inovações que outros empreendedores realizam e como as empresas estão lidando com o avanço rápido dos usuários na internet. Como empresa, é necessário estar o tempo inteiro informado sobre seu público-alvo e preparado para realizar rápidos testes voltados ao usuários e o bem estar do mesmo com a sua empresa, recomendo o Sprint, é uma boa leitura.

6. Você está mesmo preparado?

Empreender não é fácil, manter-se em constante aprendizado também. Não é apenas ter uma brilhante ideia, reunir amigos que colaboram com ela e fazer, exite um buraco muito mais profundo dentro do empreendedorismo que precisa ser preenchido antes dessa incrível ideia virar um negócio que detenha de lucro e investimentos, visibilidade e público conquistado. O Beco de Ideias tem quase 4 anos e só agora ele começou a gerar conteúdo, mesmo que pouco e uma grande parte ainda não disponível para o público, apenas agora passou a ter parceiros reais que desejam colaborar para os seus passos e o seu futuro. Faça uma autocritica, passe pelo autoconhecimento e descubra seus pós e contras - vai te fazer muito bem.

Preparado para empreender?

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Imagem: Linkedin/Unsplash