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28 dezembro 2019

A experiência de viver muito em tão pouco

Acredito que todos tenham tido a impressão de que 2019 passou muito rápido, praticamente na velocidade da luz. Tão rápido que nem conseguimos perceber o quanto aprendemos, crescemos e evoluímos, ao mesmo tempo que seguimos por novos caminhos e direções. Apesar de ter ficado bem afastado do Blog do Deivy, depois de um ano me dedicando pra caramba para ele alcançar diferentes e gigantes patamares - os quais sonhei no passado, todo esse esforço foi direcionado para um novo projeto, um outro objetivo e propósito. A Beco de Ideias cresceu muito, consegui realizar muitas metas que surgiram no decorrer da caminhada. E, coincidentemente, me fez perceber que poderia fazer muito mais novamente pelo blog, voltar a produzir conteúdos e poder ressignificar novamente o que foi sendo construído durante anos.

E lá no começo, quando estava ainda pensando sobre como iria manter a gestão e produção do blog, com a gestão da Beco e todos os clientes que iriamos conquistar, alguns conteúdos foram ao ar mostrando o que viria pela frente. Todos os conteúdos soaram como uma despedida ainda temporária para que não se assustassem ou entristecessem com o meu desaparecimento ao longo do ano. Desde a postagem sobre cuidar de si mesmo, até as resenhas de livros que li durante o meu processo de autoconhecimento e alguns outros mais leves para poder acalmar o espírito por conta da grande correria. Jogar tudo para o alto é assustador, ao mesmo tempo que desafiador e curioso para alguém que deseja descobrir o nome. Até mesmo voltei a dar dicas sobre empreendedorismo e outros assuntos que descobri ao decorrer do tempo, inclusive, foi o início dessa categoria aqui no blog.

Mesmo afastado, consegui criar, desenvolver e dar atenção às pequenas coisas que o blog carecia. Tudo isso me motivou a iniciar novamente com ele em 2020, criar novas categorias e até mesmo potencializar a minha marca pessoal além da Beco de Ideias. Bom, fica aqui mais uma promessa para mais um ano: escrever e continuar mudando a vida das pessoas que consigo impactar. Agora, aproveitem o que já foi publicado aqui, em breve terá muito mais!


10 agosto 2019

Por que eu abandonei as redes sociais?

Calma, ainda dá para conversar comigo pelo meu facebook e instagram. Mas a fanpage do blog ainda vai continuar abandonada e não verão conteúdos do blog sendo divulgados no meu perfil do instagram, mesmo não sendo frequente antes. E isso foi uma decisão permanente, até que eu precise conversar contigo dentro dessas redes sociais (o que pode acontecer por conta dessa postagem). Mas o assunto é justamente sobre o algoritmo dessas redes sociais que impedem o crescimento contínuo dos blogs e marcas que tentam se desenvolver de maneira orgânica, e gratuita. Apesar de não ter esse efeito com o Blog do Deivy, principalmente na nossa fanpage, o esforço e o desgaste mental feito para bater uma meta de acessos me deixou extremamente cansado quando me questionava sobre o sucesso inalcançável.

Mas não só isso motivou o abandono das redes. As mesmas possuem um conteúdo tóxico para a mentalidade dos usuários, ao mesmo tempo que proporciona um espaço democrático e aberto aos debates, o incentivo a competição - seja de likes ou 'beleza - pode acabar com a autoestima de qualquer um. E foi justamente assim que me vi naquele momento, não que precisasse de likes para validar o meu conteúdo, ou necessitava desenvolver a minha autoestima dentro das redes sociais, mas o afastamento delas me trouxe muitos benefícios e tive grandes descobertas e conhecimento fora delas por muito mais tempo. Hoje, rolar o feed por tédio não é algo muito frequente já que descobri outros hobbys, fiz novas amizades e pude depositar tempo no colégio e na Beco de Ideias. Empreender tem sito uma luta e tanto, mas estou tendo tempo para colher os frutos e poder plantar novas sementes frequentemente.

Apesar das redes ainda serem fundamentais para o retorno dos usuários e seguidores ao blog, tudo passou por uma mudança e reeducação durante um curto período de tempo para que pudesse, de fato, deixa-las de lado e apenas publicar os conteúdos tendo certeza de que seriam vistos e comentados. Desde o começo do ano que desleixei em relação a fanpage e o blog vem crescendo, mesmo que pouco, as estratégias de SEO vem mostrando efeito e não deixando que as publicações tenha sido em vão. Precisei ir largando aos poucos, divulgando depois de algum tempo e quando divulgado o leitor ter a impressão de que já foi visto, também passei a comentar mais nos outros blogs e interagir de maneira significativa para que não perdessem o reconhecimento sobre o Blog do Deivy. Tudo preparado para me afastar significantemente e não perder a frequência de acessos, e nem cair no esquecimento.

Deu certo. Ainda veem o meu blog, sabem meu nome, interagem comigo e reconhecem o quanto ele foi importante para a construção da minha imagem e conhecimento que possuo. Posso dizer que, em meio ao mundo empresarial, ele serve como meu portfólio principalmente por comercializar em grande parte a produção de conteúdo para as empresas e clientes que procuram a Beco. Tudo que aqui foi construído nos resulta em quase 2 mil impressões semanais com estratégias de alcance orgânico, no Instagram. Mas o meu perfil próprio não fica por trás, e não quero falar de números. Acredito que todos temos algo para aprender e compartilhar com o outro, e isso sempre será a minha prioridade quando o assunto for produzir conteúdos de qualidade.

20 janeiro 2019

Sobre cuidar de si mesmo

Streegar
Eu comecei o ensino médio no ano passado, e desde então tive uma quebra brusca de todas as minhas expectativas sobre como tudo seria. Em um momento estava completamente estarrecido por entrar numa classe de completos desconhecidos que jamais trombei pela cidade, em lugar algum. No outro me senti como se perdesse todo o meu chão, eu realmente estava sozinho e sem nenhum rosto que ao menos parecesse familiar, no terceiro já houve uma rápida conversa e um vazio voltou a me preencher - confuso, não? - e aos poucos fui me acomodando com toda confusão e rapidez que o ensino médio se apresentou para mim, rápido, complexo e rico em conteúdo e caminhos a seguir, alguns são uma completa armadilha para a saúde mental.

Acredito que está sendo o maior desafio para mim mesmo e como lido comigo, afinal, sozinho precisei manter o meu conhecimento sobre as aulas diariamente, ao mesmo tempo que fazer as atividades sem ajuda de outrem (por um certo momento, ser antissocial não é para mim) e poder trabalhar em como a minha mente lida com grandes mudanças repentinas, foram os desafios que me dei e não cumprir tão bem assim - confesso, em muitos momentos acabei me acomodando, mas muitas outras questões internas foram debatidas e acabei tendo muito mais autoconhecimento do que imaginava.

E apesar de ter tido a minha saúde mental saturada, estar afastados de todos os meus amigos mais íntimos durante todo o ano (sério, até agora não encontrei com ninguém por uma diferença brusca de rotina) e todo mundo estar funcionando no automático para poder manter tudo funcionando perfeitamente bem. No final, o meu corpo só pedia por descanso, como continuo até agora. Estou com um cansaço enorme para ser dispersado. E apesar de ser coisas que irão passar em breve, alguns conhecimentos ficarão para sempre e claro, irei manter enquanto puder, eu aprendi a cuidar de mim mesmo em situações delicadas. 

Uma dessas coisas foi saber aproveitar a solitude enquanto durar. Pude ler mais, aproveitar as músicas como se fossem as últimas do planeta e devorar textos como se estivesse acabado se aprender a ler. E me senti completamente feliz ao ler alguns livros em poucas horas, e guardar o conhecimento de todos e aplicar nos momentos que precisei - outros, levei para a vida. Além de ter o desejo de manter o desejo de continuar lendo por mais e mais tempo. Há muito sobre mim mesmo que deixei para trás, não me permitir ser, e hoje tenho plena consciência de que posso me libertar e ser mais.

Aprendi também a avaliar as coisas que estão na minha vida. E descobri que temos um costume horrível de deixar as coisas ruins terem a sua passagem natural (inciar, atingir os maiores picos e ir embora, deixando um estrago), quando na verdade poderiam ser interrompidas para que possa se recompor antes do estrago ser concluído. Devemos sempre ter em mente que lideramos todos os nossos sonhos, sentimentos e principalmente o próprio corpo, aceitar algo que não pode ser aceito é um sacrifício contra si mesmo. 

A não deixar qualquer coisa me abalar por tanto tempo. E esse é também um dos males que também deixamos carregar. Permitir que coisas ruins ou sentimentos ruins se proliferem dentro de nós como se possuísse todo direito sobre o que nos pertence. É um desafio muito pesado, você aprende com os piores momentos de que terá que se fechar de algo que jamais percebeu lhe fazer algum mal diretamente. Mas são pequenas coisas que nos deslizam para o fundo do poço, saber identifica-las é que faz todo o processo doloroso. 

Outras coisas que aprendi é que: não devo dar a minha mentalidade para todo mundo ou qualquer coisa que me apareça, não sou obrigado ou devo parecer gentil para amizades vazias, nem tudo serve para mim ou deve acontecer no meu tempo, e decepções vão acontecer a todo momento. E além de tudo isso, devemos sempre nos colocarmos acima de qualquer coisa, afinal, se todos forem o único que ficará é você consigo mesmo!

04 janeiro 2019

A mania dos jovens e adolescentes de flertar

Não é uma coisa muito recente, e mesmo trabalhando quase cem por cento do dia dentro do mundo virtual, acredito e confirmo todos os males que causa na vida das pessoas - em especial, jovens e adolescentes. A chegada dos aplicativos de relacionamentos mais dinâmicos, as empresas e agências cada vez mais saturando e criando novas estratégias de marketing para poder atrair essa atenção [do público jovem] tão disputada pelas redes sociais que ainda pretendem (e continuarão!) engolir a realidade. É uma questão gigantesca por trás de tudo isso, e mesmo sendo extensa, complexa e nada fútil, irei falar sobre da mesma maneira, pois tudo que estamos vivendo virtualmente influencia na nossa maneira de ser e agir na realidade.

Acredito que a maioria das pessoas já flertaram na internet - isso é o que mais acontece dentro das redes sociais, afinal, quem nunca se encantou por alguém que recém conheceu ou desejou conhecer mais através de uma conversa (também virtual) à fim de gerar uma intimidade dali mesmo. E esta é a arte de flertar. Conversam por dias, até semanas, fazem planos para quando se conhecerem - mesmo morando muito próximos. Até chegar um determinado momento em que os defeitos, as inseguranças e expectativas medrosas são postas em jogo por ambos. Essa é a parte mais intensa, profunda e vergonhosa para todos - como tinha dito, a virtualidade incentiva e influencia a nossa maneira de ser e agir, e no mundo digitalizado, parece que não há espaço para o que é real, que é considerado como imperfeito aos olhos da sociedade. Enquanto os jovens são educados de maneira completamente ilusória pela indústria pornográfica. 

A popularidade de redes sociais como Facebook, Instagram, Facebook e Youtube, gerou de maneira indireta, a ansiedade em muitos de nós que não conseguimos desgrudar por muito tempo dos nossos celulares, ou ter comportamento abusivo durante uma conversa que a outra pessoa demore para responder - além de ser completamente egoísta. Este foi um dos fatos que a internet nos causou. Mas vamos voltar para a raiz do que pretendemos: o flerte. Tudo bem, todos nós podemos nos relacionar da maneira que preferirmos, mas há sim uma questão problematizadora dentro de todo ato de conquistar, conversar, conhecer a pessoa e os seus mais profundos desejos, sonhos, medos e inseguranças. Realmente, plantar uma paixão. Mas não dá nenhum resultado, nenhum fruto, nenhuma esperança de um relacionamento concreto e real.

Plantar um relacionamento em alguém, não tendo a intenção de durar, é algo que deve debatido e detalhado dentro de toda a arte de flertar. Mas também um ato que deve ser informado. Estamos sendo educados a querer o tempo inteiro por novidades, atualizar tanto o seu feed quando a sua maneira de viver. Adotar novos hábitos - sempre ligado à novidades. 

É este o problema de flertar: não permanecer. 

Mas vale lembrar de que não somos computadorizados, que não podemos apagar simplesmente clicando/apertando um único botão, ou digitar uma linha de código nova para realizar novos atos sem ao mesmo pensar sobre os prós e contras desta ação. E como seres humanos, sentimos necessidades de sentir a intensidade de amar, transar, estar ou ser, e socializar com outras pessoas. Sentimos vontades de realizar atos de dor ou prazer o tempo inteiro. Flertar pode não ser uma boa ação quando não gera frutos, mas é uma necessidade gerada à partir da fixação que temos dentro da internet, somos influenciados a partir de um lado à outro, a desgostar de uma pessoa que faz parte do nosso cotidiano de flerte como se fosse uma música que detém da estratégia de gerar mais e mais visualizações, saturando os seus ouvidos.

Eu sinto que criaram dentro dos jovens da minha geração estão funcionando da mesma maneira que os algoritmos digitais: atualizam seus sentimentos e conteúdos a todo momento. A intoxicação virtual está afetando todos nós e isso gera problemas permanentes como a depressão profunda, a solidão interpretada de acordo com a falta de chats abertos e em completa ação, e a ansiedade em querer tudo na mesma velocidade que a internet funciona no seu computador e smartphone. 

E dentro desta solidão que nos pertence, leva à necessidade de estar suprindo sentimentos momentâneos causados pela intoxicação virtual que nos afeta. A necessidade de nos sentir amado por algum momento, até o feed sentir a necessidade de ser atualizado novamente. O lixo virtual nunca vai sair de todos nós se não fazermos uma desintoxicação: sair do virtual, ler um livro, conversar com as pessoas, fazer terapia, deixar a necessidade de estar atualizado na internet e passar a viver mais o mundo presente. Não é uma tarefa fácil, mas aos poucos dá para realizar. A mania de flertar incansavelmente pode ser suprida por outros sentimentos que as redes sociais (ainda) não suprem com facilidade e nos deixa dependente de fazer somente o mais fácil. 

10 dezembro 2018

Você precisa mostrar o seu trabalho

© Nadine
Ainda falando sobre auto-sabotagem (um caso que acontece e muito na blogosfera) - me peguei observando algumas postagens passadas e o quanto as coisas foram mudando no decorrer do tempo, mas ainda assim, há muitas pessoas com dificuldade de mostrar o trabalho que faz na internet e por essa questão, não conseguir alcançar outros patamares de credibilidade (ou até mesmo um sucesso maior). Omitir a si mesmo e tudo que faz, pode afastar-te de tudo aquilo que está correndo atrás.

E apesar de estar falando isso agora, há uns anos atrás - logo no início do blog, deixei-me muito reprimido por conta da timidez sobre o conteúdo que produzo, não havia uma auto apreciação sobre tudo que produzia naquela época e autoestima suficiente para poder me divulgar cara-a-cara. Depois que obtive conhecimento suficiente sobre o que realmente desejo dentro da blogosfera e passei a desenvolver conteúdos dentro das minhas vontades e desejos, tive coragem suficiente para poder falar sobre o meu blog, o que faço na internet e todas as marcas e blogs que estou envolvido: a minha criatividade começou a florir mais por conta dos comentários que as pessoas presente falaram diariamente para mim, a credibilidade que sempre fiz de tudo para manter se expandiu e hoje consigo facilmente conversar sobre os meus projetos e ter opiniões diretas e concretas.

© Melina
É como se andasse pelas ruas com a mão no rosto: as pessoas irão te olhar, ficarem curiosos sobre o que está acontecendo e não irão entender nada - infelizmente isso se aplica na blogosfera e no trabalho que você produz, e tem impacto direto. Compactuando com a sabotagem própria, você começa falando sobre o seu trabalho (superficialmente!), se sente inseguro por não ter segurança com aquilo que faz e produz e depois cair profundamente num sentimento de descolamento (que, particularmente, é horrível), e por conta desse desconforto consigo mesmo, nunca mais haverá segurança novamente para falar sobre si quando houver uma oportunidade - é um longo processo de auto conhecimento, que pode ser doloroso mas no final tudo melhor. 

E novamente falando sobre o meu início na blogosfera (já que o motivo desse post mais se assemelha ao começo de tudo, pois hoje, se me der espaço eu falo até os micos que passei). Quando se trata de trabalhar com a internet, posso afirmar com toda a certeza que os verdadeiros influenciadores digitais não estão em busca de visualizações e likes, apesar de sempre lembrar-te de dar o feedback quando terminar de assistir o vídeo - isso é apenas pro algoritmo. Os influencers de hoje busca público de qualidade, que interage e expressa a sua opinião dentro de cada conteúdo que publica - e claro, isso tem um valor enorme. Além de deter da influência que as empresas procuram para gerar publicidade de qualidade e que gere lucros e visibilidade, o criador de conteúdo saberá exatamente o produto para te indicar. É uma via de mão dupla. Por isso, buscamos conquistar corações e não olhos.

Mesmo ainda tendo uma insegurança distante, ainda consigo falar sobre o beco de ideias, muitas vezes acabo falando sobre o meu livro e também o blog, além daqueles que colaboro e os assuntos que escrevo e tenho conhecimento. Mas, o meu maior receio dentro de tudo isso é acabar recebendo expectativas impossíveis de serem correspondidas com êxito, isso serve de gatilho para minha crise de ansiedade e acabo perdendo todo controle de mim mesmo - é importante que, todo blogueiro, youtuber e todos aqueles que produzem conteúdo para a internet e tenham um local de visibilidadeprocure cuidar da sua saúde mental.

É importante passar por todo processo de autoconhecimento antes de dar a cara à tapa.

07 novembro 2018

Para reanimar a alma

Alguns momentos deixam de ser especiais e tão afoguentados por nós, não é mesmo? Fiquei um tempo pensando sobre como as coisas deixam de ter significado com tanta facilidade, na mesma facilidade que o tempo leva as horas e logo depois a repete. Depois nos perguntamos como tudo se foi com tanta rapidez e agilidade, mas foi tão simples quanto o vento carregar todo grão de areia que encontra pelo caminho. Em alguns momentos estamos como os elementos da natureza: ora jogados como a água, ora firmes como a terra. Ora quente feito labaredas, ora envaidecido feito ar. Nos reajustamos naturalmente com o novo eu, e logo nos sentimos em casa. Aqueles dias de uma nova pele passa a ser como tomar uma xícara de café em um dia frio, nublado e chuvoso - tão confortável quanto.

Os dias estão passando rápido, talvez essa metáfora nunca fará tanto sentido quanto está fazendo agora. A saúde mental está sendo recuperada aos poucos, estou reabastecendo o tempo perdido com leituras fieis e ricas em conteúdo, está sendo prazeroso explorar a biblioteca do colégio, tem sido incrível me despir de obrigações que pesa toneladas e no final se tornam inúteis. Estou com saudades de escrever com a alma, reanima-la com conteúdos tão rico quando a mesma, em amores, paixões passadas, cada pedra cravada em ti se tornou precisa pois passei a enxergar as decepções como períodos de aprendizado vital, precisamos aprender a lidar com as frustrações mais sérias e também as mais bobas, talvez eu tenha aprendido a lidar com elas lendo em alguns dos meus livros - talvez criando esperanças com um final que não aconteceu, se tornou frequência, mesmo tendo deixado de criar expectativas com coisas tão banais. 

Me sinto mais próximo de mim após realizar algumas vontades e deixa-me longe das mesmas, o mundo virtual tem se tornando outro espaço tóxico para mim. Tenho me deixado longe das leituras virtuais - como deixei algumas coisas fúteis com tanta facilidade? Não sei! Agora observo algumas imagens simples, converso com poucas pessoas, ajudo-as como posso e volto a ler, com muita facilidade. Escrevo pro blog (mentira! confesso), escrevo pro livro (agora é verdade), escrevo para reanimar a minha vida poética de um aspirante escritor. 
Pergunto a Tempo
Se é preciso vento
Pro amor mudar
Se é preciso emoção
Para aquecer o coração
E fazer o danado palpitar
Se preciso desbravar
Quebrar a cara e se ralar
Para finalmente amar
Se preciso ter sorte
Pra driblar a morte
E continuar a sonhar
Em viver um grande amor
Que assim como flor
Tenha cheiro, mesmo com a dor
Queria poder escrever todos os dias, refazer uma alegria e poder estar sempre aqui. Todos os dias. Mas (in)felizmente ainda me sinto calmo o suficiente para deixar o coração tranquilo, a mente sem perturbação em busca do conteúdo perfeito e a dica perfeita para ajudar vocês com seus blogs e projetos, por enquanto irei preferir me deixar quieto em meio a tantas leituras e aprendizados folheando páginas, nas mãos e no celular. A necessidade de reanimar a alma me pegou numa enorme proporção, preciso recompor as minhas forças mentais e físicas, refazer a minha criatividade instantânea e poder criar com mais frequência. E caso estejam se preocupando, o livro está ficando incrível, o Ayran está aprendendo a amar, e eu estou amando-o. 

22 outubro 2018

Tudo é tão nosso

Meu coração esquenta quando penso nos melhores momentos que já tive.  Minhas lembranças parecem ganhar cor, meu dia agora tem um sol fervoroso e confortável para tornar muito melhor o pensamento que centralizei em ti, o corpo pede pela presença do seu calor corporal que me deixa tão confortável, ver-te sorrir por estar comigo é um dos meus melhores momentos - e lembrar disso se torna cada vez mais frequente e especial para mim, tanto quanto você. Tudo é tão nosso que as cores somem quando meu coração não está pulsando forte por ti, as chamas percorrem pelo meu corpo mais lentamente e as músicas já não possuem mais letras, a melódia é suficiente para me afogar no desejo de ter-te. 

Tudo é tão nosso que a brisa calma da noite me faz lembrar o seu jeito meigo e dócil de ser, o vento fresco de um dia ensolarado me trás memórias do seu jeito agitado e feliz de comemorar pequenos momentos de grande felicidade - para comemorar algo -. Toda sua forma de ser e viver me deixa contente, só em saber que realizará tudo isso comigo e ao meu lado. Gosto de ver a maneira que se veste, é como se estivesse despindo a personalidade da sua alma para que todos pudessem enxergar o que há dentro de ti. 

As cores me lembram os melhores sentimentos que compartilha. O amarelo, a sua felicidade contagiante. Verde, a esperança de um dia melhor. Roxo, a maneira elegante que realiza cada movimento. É meio que perceptível, mas já estou muito apaixonado por ti. Tudo é tão nosso que consigo colorir todo o meu caminhar com uma mensagem de amor sua, ouvir sua faz chama  minha atenção para ti independente da distância que estejamos um do outro, todo o sentimento que guardo por você continuará preservado, mesmo que nos afaste por um tempo. As vezes me sinto muito só, observando as estrelas desejo o melhor para ti e espero que um dia nos cruze em qualquer rua da vida - é um pouco estranho amar quem não é seu e também não deseja ser. Mas não posso negar que tudo continua sendo nosso, as pessoas que passam por mim sempre deixam algo, espero que tenha guardado o meu coração contigo e tudo continuará sendo nosso. 

03 outubro 2018

Ao meu décimo sexto aniversário

Meu aniversário está acontecendo no período mais crítico (acredito eu!) da política brasileira, e mesmo assim a minha autoestima não foi abalada, o meu ânimo particular para que ocorra logo não ficou de lado e meus dias estão raiando com um lindo sol quente, e uma brisa fresca enquanto vou e volto pelas ruas. As coisas parecem que não são mais surpreendentes, aprendi a fazer a minha felicidade, destruir a tristeza e controlar a ansiedade. Os meus amigos estão tendo os próprios caminhos e isso me deixa contente, vê-los feliz sempre foi o meu maior desejo de realização, este ano me presenteou com algumas novas amizades que brevemente se tornaram algo maior, viraram o verdadeiro significado de amizade. Isso me deixa com um gostinho de realização na boca. Os meus dias foram carregados até aqui, subindo e descendo com muitos afazeres, confirmei mais compromissos com outras pessoas incríveis e mesmo com desafetos com o meu próprio blog, fico incrivelmente feliz quando abro o meu painel.

Estou cada vez mais ativo no NationPop, que tem como dono um dos blogueiros que mais admiro nesta blogosfera, o Gabriel, e hoje faço parte da sua incrível equipe. Conheci, admirei e agora escrevo para o Jornal Informal, realizando sempre que possível o meu maior prazer: informar e compartilhar conhecimento. Uma realização passada e uma atual, que me deixa super feliz por ter conquistado este espaço.

Fui convidado para realizar um guest post no Cansei de Ser Pop, o blog do Diorman Werneck. Outro blogueiro que também admiro muito, pelo seu conteúdo, personalidade e carinho. Faço parte do Beco de Ideias, um futuro projeto que irei ativar junto com a Lais Cruz, que leva um legado que foi pregado por muito tempo aqui no blog e permanece até hoje, a cada conteúdo que crio, compartilho e divulgo. Estou escrevendo um livro que possui as minhas melhores qualidades interpretadas por um personagem fictício que amo muito, e a cada dia que passa é mais acalorado e desejado por aqueles que me conhecem de um jeito especial. O que torna o livro também especial. Mesmo tendo rotinas pesadas, o sentimento de realização ainda é possível ser sentido, os momentos de tensão ainda são presentes mas a minha ansiedade em viver este momento não deixou que energias pesadas me abalasse. É um momento especial para mim. 

18 setembro 2018

Precisamos aprender a lidar com as frustrações

Ignoramos ela, marginalizamos e desejamos ficar longe dela e permitir-se ser feliz de uma outra maneria que seja completamente distante da tristeza, mesmo compreendendo que é um estado passageiro que virá e irá embora diversas vezes durante a sua vida. Mesmo que esteja na solidão, isolado do mundo ou num período de auto reflexão enquanto seus amigos conversam entre si, a tristeza repentina sempre vai acontecer, queira você ou não. E é completamente natural, normal e necessário que aconteça. Afinal, saberemos o que nos faz mal, ou os períodos que mais ficamos pra baixo, o que podemos dar mais valor em nosso dia ou que pode ficar mais de lado de vez em quando. É normal ficar triste de vez em quando, ou frequentemente, o problema é não aceitarmos a sua chegada e não compreendermos o que causará a sua ida. 

Tudo bem, sabemos que incomoda sentir um peso forte no coração, o corpo mole pedindo por carinho, afeto, toques íntimos. As vezes a cabeça também rodopia e nos lembra alguém que, misteriosamente, poderia nos ajudar a resolver esta solidão própria - contraditório, mas essa ação é responsável por diversas frustrações próprias que nós mesmos causamos, em depositar tantas expectativas numa pessoa e esperar que ela corresponda exatamente como imaginamos, sonhamos e queremos. Da mesma maneira, a tristeza ainda é necessária, para reconhecer os nossos erros em estar - e é tudo normal, cometer erro com os outros ou consigo mesmo, acontece ou vai acontecer em todos os momentos.

Fracassar, errar, chorar e quebrar a cara faz parte de toda caminhada de sucesso, ignorar as frustrações em momentos de reflexões é se jogar num labirinto sem saída onde só trará piora nos seus sentimentos. Aprender com a queda nos faz mais fortes e confiantes quando batermos de frente com outros problemas que (aos nossos olhos!) podem ser enormes. Em algum momento da minha vida, precisei parar de querer acabar com todos os meus piores momentos e focar somente em ser feliz, resultado? Mais frustrações. É humanamente impossível ser feliz sem usufruir do que categorizamos como ruim, tudo têm um papel importante na caminhada vital, basta aprender a lidar com cada um. Há bens que vem para males, e males que vem para bens.

Terminar um relacionamento, afastar-se naturalmente de uma pessoa que costumava conversar todos os dias, algo sair completamente da sua rotina ou simplesmente, alguém plantar um sentimento em você e nunca mais retornar para rega-lo. Acontece, todos nós passaremos por isso algum dia, e há milhares de pessoas passando por isso, frustrando a sua adolescência por alguém que já foi frustrado. Não estamos prontos para o amor, nem para amar. Precisamos aprender a lidar com os sentimentos, as pessoas e as frustrações. 

09 setembro 2018

Não procure relacionamento quando está carente

Você aceitaria uma laranja, quando na verdade estava necessitando de cinco? Claro que não! Não iria adiantar de nada ter apenas um quinto daquilo que precisa para ter um resultado completo, ou se decidir usar somente uma das laranjas, irá ficar sem gosto, também sem açúcar, completamente sem graça ao resultado final da receita que prometia um delicioso sabor, que iria durar muito na boca, para que o deguste não seja perdido rapidamente e tampouco esteja numa montanha-russa de sabores enquanto termina de comer todo prato. Da mesma maneira funciona com o amor, as vezes aceitamos menos do que precisamos, ou merecemos, só porque necessitamos para aquele momento, já!

Por isso uma grande quantidade de pessoas frustradas com o amor, desistindo de amar, gostar, aproveitar momentos e nos aventurar em amores passageiros que surgem em nossa vida sem cerimônia. É irónico, ao mesmo tempo que a vida é um grande oceano de amores,  em alguns momentos do caminhar das ondas, sofremos por grandes impactos quando deixamos para amar depois e mais ainda quando as ondas de puro vazio resolvem se movimentar, trazendo um grande vazio para dentro da gente que, consequentemente, nos fará buscar pelo preenchimento.

E é aqui que pecamos, erramos miseravelmente. Não há motivos para procurarmos um amor quando não sabemos nos amar.

Eu já tive diversas más experiências com amor, alguns deixaram comigo lembranças e momentos incríveis que aquecem o meu coração só em relembrar. Outros, já não lembrl mais do nome, do rosto, da cor. É engraçado como só guardamos aquilo que mais impactou o coração, que criou sentimentos e desfez males passados que nos frustrou de alguma forma. E foi por isso que, ao invés de procurar um amor para saciar o meu desejo de ser amado e depositar a minha confiança em alguém, a minha decisão sobre encontrar um amor, foi reencontrar o amor que há em mim. Uma das melhores coisas que fiz por mim mesmo, todos deveriam se amar mais e dedicar o tempo que tem a seus sonhos, suas vontades e desejos, e recuperar a autoestima.

Dedicar a sua intensidade de ser, amar e estar, para si mesmo, também é importante!

29 agosto 2018

O que a internet me ensinou

Photo by Micaela Parente on Unsplash
Eu tenho oito anos na blogosfera, e olhando tudo que vivi dentro deste mundo virtual e comparando com o cenário atual, vejo que muita coisa realmente mudou - alguns para melhor e outros só fizeram decair.

Ontem a noite estava revendo alguns vídeos antigos de um dos meus youtubers favoritos, o Enrique Coimbra, que já fiz resenha de um dos seus livros aqui no blog. E, de certa forma, acabei tendo algumas inspirações e como o Enrique aborda assuntos reais que envolvem pessoas que são como ele - jovens ansiosos -, minha cabeça fez buscas dentro do meu interno e ao contrário do que muitos dizem, a internet me trouxe dezenas de boas experiências e conhecimentos que foram além do meu eu blogueiro, entrou pro meu pessoal e resolveu diversas das minhas frustrações apenas existindo e fazendo parte do meu cotidiano. 

Hoje eu falo sobre marketing de conteúdo, mas antes estava produzindo conteúdo de moda e códigos html, foi uma evolução enorme, tendo os meus comportamentos fora do virtual como o impacto real para a mudança dos meus hábitos. 
A internet me apresentou um dos meus problemas que não tinha conhecimento, a ansiedade, e alguns vídeos do Enrique foram cruciais no meu aprendizado do que poderia fazer para deixa-la no mínimo possível, hoje, felizmente não tenho mais ansiedades incontroladas e não fico mais inquieto, usando a escrita como hábito diário para manter-me concentrado e calmo, apesar das circunstâncias. Eu aprendi a não desistir tão fácil assim, afinal, são 8 anos de blogosfera e criação de conteúdos independentes pela internet.

Com a internet, eu aprendi...


  • A escrever melhor e mais rápido
  • Ser mais criativo e produtivo
  • Me organizar melhor
  • Ser cada vez mais o melhor de mim
  • Controlar a minha ansiedade
  • Justificar respostas - muito importante.
  • Pensar fora da caixa - totalmente. 
  • Compreender assuntos fora da minha bolha
  • Resolver os problemas sociais - pelo menos ao meu redor.
  • Saber que menos também pode ser mais
  • Criar hábitos diários para manter a minha ansiedade controlada.


E apesar de tudo isso, eu aprendi a viver fora dela sem sentir nenhuma falta de tudo isso. É um lugar mais tranquilo, dentro da minha bolha, apesar de ter diversos comentários disseminando ódio por ai sem ter um pouco de empatia, mas também há muita coisa de bom e que está repercutindo com intuito de conscientizar as pessoas para não fazerem merdas quando as eleições chegarem, um dos que estou sendo fiel e acompanhando, é a Jout Jout que de forma bem humorada na maioria das vezes, consegue dar uma aula de história e fazê-las pensar sobre em quem realmente deve votar, pensando no seu melhor, e também no próximo - de preferência.

A internet, hoje, é o mecanismo que mais impacta as pessoas de forma direta, o que aprendi foi só um pouco de tantos outros que poderiam deixar a postagem gigantesca. Mas o que quero realmente dizer, é que, utilizar o mundo virtual como forma de aprendizado sobre o que está acontecendo lá fora também é viável e pode ser uma rica experiência para todos nós. Não há motivos para ser ignorante por falta de informação, hoje - felizmente -, temos centenas de Drag Queens fazendo sucesso, pessoas negras ingressando na liderança de mercado e tendo alta visibilidade naquilo que faz dentro da internet, mulheres lutando pelos seus direitos cada vez mais, a Parada LGBTQIAP+ aumentando cada vez mais o número de participantes na caminhada e cada vez mais uma quebra de padrão dentro dos mecanismos digitais e propagandas físicas também, o magro deixou de ser sinônimo de beleza e o natural está sendo aceitável pelos próprios donos do corpo. Agradeço por ter sido premiado pelo lado informativo da internet e não o tóxico.

Não existem motivos para defender um ser tóxico, a pessoa é ignorante por si só.

25 agosto 2018

Tudo que aconteceu em meu Agosto

Photo by George Coletrain on Unsplash
Agosto pode ter sido o pior mês de todos para alguns, ou o melhor do mundo para outros. No meu caso, ficarei em cima do muro e não é por ser libriano - juro. Foi o mês em que mais fiquei doente por conta da minha imunidade baixa, o que mais fiquei carente por estar longe dos meus amigos e de pessoas que despertem um sentimento intenso dentro de mim - que também fizeram muita falta - e, também, faltou-me grandes emoções, como ataques de riso contagiantes, ou longos períodos de conversa, ou um choque de emoção como se fosse o dia do meu aniversário - e ainda espero ansiosamente por Outubro. Também está sendo o mês em que minha ansiedade foi mais despertada por motivos e situações fúteis, isso me faz sentir-me fútil e inútil por dentro. A minha criatividade não fluiu tanto quanto queria. Mas nem tudo é como a gente quer e precisa que seja.

Em compensação, estou lendo bastante, dediquei o meu tempo a novas obras que estão me fazendo descobrir nova maneira de ser e estar, produzir e criar. Depois de Isaac, que foi uma leitura profunda e impactante para todos que leram, passei a focar no que realmente importa e produzir somente o necessário para o blog pra poder compensar e não desgastar o resto da saúde mental que ainda me resta. O livro está cada dia ficando maior, o meu personagem já está dando de cara com todos os sentimentos que mais estiveram presente na minha vida - espero que bons. Toda essa emoção está me fazendo reviver momentos que o meu coração mais esquentou e sorriu para mim, e isso é maravilhosamente mágico. Afinal, um amor na mão de um escritor se torna eterno.

A minha organização também foi padronizada graças ao Google Keep e o Evernote, investir os minutos em que perdia em frente ao monitor tentando lembrar o conteúdo que fiquei pensando o dia inteiro, procrastinando para produzir, acabou me trazendo grandes benefícios. Agora tenho bastante tempo para criar outros conteúdos, pensar na minha saúde mental e tentar deixar  a minha ansiedade cada vez mais estabilizada.

O desanimo também foi constante, além de ter ficado doente, o número excessivo de bots entrando e acessando o blog me fez abrir o painel diversas vezes e perder todo ânimo e criatividade para escrever conteúdos que poderiam fazer um grande sucesso. E que ficaram só no planejamento mesmo. Não sei o que está acontecendo comigo, não penso em desistir da blogosfera tão cedo, muito pelo contrário, tenho grande projetos ainda. Mas a necessidade de produzir está cada vez menor e isso me preocupa pelo fato de amar a frequência rápida em que o blog era anteriormente.


Essa semana eu recebi alguns créditos na Google Play, comecei a ler alguns livros arrebatadores, finalizei alguns outros, foquei o que podia para organizar mentalmente a cobrança excessiva e infernal do ensino médio para que na próxima semana possa tirar boas notas nas provas do semestre. Também chegou aqui em casa alguns adesivos que a Evernote me enviou e foi uma sensação muito boa, não tinha tido uma boa noite. Os dias estão sendo cansativos, os remédios estão aumentando a quantidade e sinto os efeitos surtando melhora, fico feliz por isso. Agradeço ao mês pelo que de bom pôde me proporcionar.

22 agosto 2018

Uma carta para mim mesmo

Tudo bem tentar ser forte o tempo todo e não conseguir de vez em quando, te vi crescer pelos mesmos olhos que percebeu o mundo mudar de repente, você foi guerreiro em cada segundo quando não deixou a tristeza destruir os seus sonhos e desmanchar a sua felicidade constante. Queria poder te abraçar agora, envolver-te com os mais intensos sentimentos que esquenta o seu coração diariamente, dizer que está tudo bem amar um alguém e não ter coragem de falar, mesmo sentindo que este alguém nunca mais será seu novamente, não mais sentirá o seu cheiro, o calor da sua boca e o coração pulsando rapidamente ao estarmos juntos, mesmo que seja por alguns minutos.

Eu sinto que precisaremos um do outro a qualquer momento e em alguns instantes só restará nós dois, é assustador, eu sei!


Os dias estão passando rápido, seus olhos brilham cada vez mais que ficamos cara-a-cara no reflexo do espelho, creio que está se aproximando e compreendo que todos têm defeitos, e você não será uma exceção de todo universo. Mas enquanto cresce e floresce, peço que jamais deixe as estrelas dos seus olhos pararem de brilhar. Peço que os seus sonhos sejam cada vez mais coloridos, que seu corpo encontre cada vez mais almas tão intensas quanto as suas e não deixe a rosa que brotou em seu peito morrer por falta de amor próprio, é isso que a mantêm viva, desabrochando cada vez mais.

É difícil, eu sei! Quanto mais luta contra a infelicidade, mais apanha da vida e se desaponta com ela, mas sei que há contigo os mais poderosos seres místicos, as mais verdadeiras pessoas e uma força e coragem tão gigantesca que não há ferida que não ouse se curar.

É lindo de ver como se empenha para o seu bem estar para um futuro promissor, para uma velocidade constantes, mesmo perdendo as esperanças do amanhã, isso mostra o quão confia em si mesmo com o mundo mostrando o contrário e querendo ser covarde contra ti. Desde os 10 anos revolucionou o que sentia que não faria parte da sua natureza de maneira alguma, teve coragem de ser sozinho contra o que acreditava estar errado. E hoje o mundo mostra o quão machista é, e o quão está contra a sua felicidade individual. E bem lá no fundo, você teve toda a razão. E recebeu um transtorno psicológico a toa.

Gosto de ver o seu riso ao ler os comentários dos leitores que admiram e confiam no que escreve, sei o quão seu coração esquenta, mesmo após 8 anos de muitos altos e baixos. Até quando era zombado no colégio de vez em quando por escolher uma profissão bem fora do comum, ou quando recebia os comentários indiretos para escolher uma outra profissão pois essa não daria certa. Mais uma vez, mostrou o contrário. Queria que o mundo soubesse o quão a sua saúde mental está fragilizada, o quão a ansiedade te desanima todos os dias. Mas nem tudo que queremos, podemos! Então quero que saiba que estarei sempre contigo.

Seja com, ou contra o mundo!

25 julho 2018

Afinal, existe uma formula para o sucesso?

Na semana passada, dentro do colégio, um calor de quebrar a cabeça após uma aula super chata, chega dois rapazes que curiosamente chamaram a minha atenção, eles entraram na minha sala, um deles fez questão de se apresentar e fez o mesmo pelo outro, e então, começou a falar sobre um curso que trabalhava e geria o setor de marketing e claro, super me interessei. O curso era dentro da faixa, tinha ótimas propostas e parecia ser superestimado, o que me fez desconfiar e ansiar para ler o panfleto que o outro rapaz, que quase não falou, entregou para todos os 43 alunos que ali estavam. E foi só ele se despedir que rapidamente abrir o panfleto e me decepcionei com o que vi.

Um design poluído, nada legível, algumas fontes começavam alinhados à esquerda e terminavam centralizados, outro dentro de uma barra amarela, com as bordas vermelhas e a fonte voltando pro laranja também com sombreamento avermelhado, bem intenso e reluzente. Sem falar das fontes, todas bagunçadas, não seguia um padrão para confortar os olhares, tudo bem, eu não sou o melhor designer do mundo, mas para um empresa que se diz 'em execução há 10 anos', oferecendo cursos de Designer, poderia ter profissionais melhores para tal. E não veio somente de mim esses comentários. Mas não foi sobre isso que iremos falar.

Deixei as críticas de lado, precisava ler mais e procurar o que me interessava dentro de tantos cursos. Pensei que o de Empreendedorismo poderia me ser útil, e acabei entrando em contradição mais uma vez.

A formula do sucesso que não faz sucesso

Apesar de ter criticado tanto o panfleto e como ele apresentava essas informações, prefiro deixar tudo isso de lado e entrar num outro assunto, não sou crítico a todo momento, mas cobrar profissionalismo real de quem promete profissionalizar é extremamente importante. E um desses fatos que me chamou a atenção foi: a formula para o sucesso e o treinamento para ser um empreendedor de sucesso. E isso é totalmente frustrante, tanto para mim quanto para os outros que fizeram o curso pensando em almejar o sucesso pleno e crescente.

E todo mundo já está cansado de saber que: não existe uma formula para o sucesso, não há uma lista de afazeres que irá, automaticamente, te fazer uma pessoa famosa, ter sucesso rápido dentro do seu projeto e tão pouco há maneiras definitivas para realizar algo estrondoso, que atraia a todos. O meu desgosto com isso é a frustração com expectativas que (provavelmente) não serão correspondidas pelos que estarão trabalhando para a formação deles, que irão fazer os cursos almejando o sucesso com algo mais do mesmo, sem noção de pensar com e pelo novo e aprender a desenvolver um bom mindset.

É isto.

© Imagem: nappy.co

24 julho 2018

E que tal um portal para influenciadores negros?


Não vou mentir, achei a proposta um máximo, mas sabemos que as coisas não estão tão bem quanto imaginamos e queríamos que fossem dentro de uma nação e uma sociedade tão diversa como a brasileira. O Influencia Negra nasceu com o intuito de dar visibilidade a influenciadores negros que vivem no esquecimento pela mídia, pelas empresas e quase sempre estão fora dos trabalhos publicitários que contem grande número de pessoas participando, e eles não estão lá. Somos excluídos sem nem perceber, e quando percebemos, nada muda. E aproveitam do privilégio branco sobre o perdão: pedem desculpas e esperam que todos esqueçam. Como sempre.

Eu fiquei imensamente feliz em ver um portal para nós, e percebi o quanto o meu feed era carente de melanina, e tentando contar o quanto de influenciadores negros - iguais a mim - que acompanhava o trabalho dentro da internet, quase não tive resultados, só após uma longa pesquisa dentre as mais de 600 pessoas que sigo.

O perfil está crescendo cada vez mais, até a publicação desse post já contabilizam quase 8 mil seguidores e crescendo a todo instante - o que é ótimo. E a cada atualização posso conhecer novas pessoas, identidades iguais a minha, poder expandir as minhas referências. E não é somente um manifesto, tudo começou após uma marca de creme dental selecionar apenas influenciadores negros para a sua futura campanha, e apenas uma menina negra, de pele clara - bem próxima a cor dos outros - e então, a ideia é buscar visibilidade para esses influenciadores caso as agências publicitárias não nos enxerguem, terão um lugar único de encontrar todos nós e muitos outros.

E claro, se você for negro e quiser fazer parte deste movimento, é só entrar em contato com eles diretamente do instagram: @influencianegra

01 julho 2018

Lidando com os próprios medos

Photo by Aziz Acharki on Unsplash



*Ei! O Deivy não recomenda que pessoas que possuam depressão, ansiedade ou qualquer fragilidade psicológica ou emocional usufrua deste conteúdo, caso esteja precisando de ajuda ligue para 188 ou acesse o site da CVV. Há pessoas que se importam contigo, inclusive eu ;D

Ansiedade, medo, indecisão sobre o próprio futuro. É imprevisível o nosso próximo medo, o motivo pelo qual iremos nos desesperar - mesmo que ele seja invisível, as expectativas de resistir é cada segundo maior. As mãos esfriam e suam, a pele arrepia mesmo com um calor infernal, as músculos contraem, o corpo reage a toda essa situação com uma tremedeira incontrolável, a boca vai esticando-se por ambos dos lados, como um emotion de tristeza que envio cada vez mais pros meus amigos para notificar o meu estado atual. É assim que funciona a minha crise de ansiedade.

28 junho 2018

Um banho para aquecer a alma

Photo by Florian Pérennès on Unsplash
O dia amanheceu com um sol quente, ardia a cabeça de quem ousasse enfrentar pelas ruas, na janela ou até desse uma saidinha na porta. Mal sabiam que ao entrar pela tarde, tudo mudaria completamente. Me senti abraçado pela brisa fria que entrava pela janela aberta da sala, a ventania gelada que vinha leve e calma, dançava pela sala inteira e mostrava para o que tinha vindo.

Abracei-a também, recebi o seu frio com o corpo quente, abracei os meus sentimentos mais confortantes para este momento. Deixei-me flutuar na sua frieza, no céu só havia o cinza das nuvens, a neblina não tinha descido, logo não atrapalhava tanto de ver o horizonte que estava sendo molhado cada vez mais pela chuva, e o frio se aproximava da rua, assim como as gotas d'água. E a cada gota, uma letra era digitada pelos meus dedos, que com muita sede de escrever enquanto queimava por dentro, continuava rápido e decidido no teclado.

Acho que algo quente cairia bem, um banho melhor ainda. Enquanto esperava a água esquentar, minha pele arrepiava com o carinho da brisa, o resultado da publicação ficava cada vez melhor, a caixa de e-mails estava parada e as redes sociais cada vez mais movimentadas, acho que queriam falar algo de grande importância comigo. Mas precisava de um momento de paz, um segundo comigo mesmo, me sentir eu. A água escorria pelo corpo, livrando-me do frio, acalmando minhas tensões, recuperando os meus ânimos. Me deixando completamente aliviado e determinado. Esperando minha alma finalizar a sua performance de alegria e felicidade, um sentimento de liberdade que pairava por todo o meu corpo.

E a alma simplesmente dançou no calor da água.

26 junho 2018

Com o tempo a gente vai desacelerando, queimando aos poucos.

Photo by Ihor Malytskyi on Unsplash
É incrível como as coisas são. Neste feriado, decidir acalmar os meus ânimos, aliviar a cabeça do stress cotidiano e recuperar o corpo das ruas movimentadas da ida e volta do colégio, das buzinas dos carros e motos passando pela ladeira abaixo, e das vozes, das pessoas que acompanhadas estavam indo (ou saindo) do expediente de trabalho. Por incrível que pareça, sinto falta desse movimento todo, dos barulhos que ecoavam e das vozes que se misturavam e faziam um barulho ensurdecedor. Mas faz tanta falta quando sai completamente da nossa rotina, do dia-a-dia.

Já não tenho mais aquela animação de blogueiro iniciante, produzo conteúdos lentamente, sinto que as coisas estão passando rápido demais, mesmo aproveitando cada momento dos dias. Mesmo tendo uma incrível sede por produção, ideias mirabolantes e totalmente criativas, a vontade de ficar sentado durante horas e produzir uma lista imensa de conteúdos diminui a cada dia. Mas o amor continua, eu sinto o desejo de produzir incansavelmente, mas sinto cada vez menos que devo fazer acontecer estes momentos de surto criativo. Creio que a calma chegou para mim, tendo em plena consciência de que a pressa é inimiga da perfeição.

Sempre que o blog vai crescendo, alcançando as minhas metas e ambições de criança viajando no mundo da imaginação, sinto que as minhas obrigações em produzir cada vez mais, estar a todo segundo nas redes sociais e criar uma visão profissional, ética e séria da minha pessoa, não vai adiantar muita coisa, eu só estaria me afastando de mim mesmo e fazendo as mais de 100 mil pessoas que acessaram o blog terem uma outra visão de mim, criando um eu que nunca irei alcançar, pois sou tão simples quanto pensa.

Estou tão calmo, relaxado e realizado como pensaria estar. Apesar de ter dado um pequeno surto de ansiedade e desespero sem motivo algum na noite anterior, uma briga interna comigo mesmo. Um atiço do meu inferno, desproporcional ao meu céu. Indescritível, Inexplicável. Um ardor na pele, pela própria labareda infernal, as vezes acalma a alma. Extravasei comigo mesmo, queimei meus próprios maus. E continuo em chamas. 

E está tudo bem. 

19 junho 2018

Os parâmetros da sociedade para leigos

Imagem: Unsplash
Durante esses 6 meses que já se passaram de 2018, pude apreciar e conhecer diversos links de publicações que chamaram totalmente a minha atenção e claro, se encaixam perfeitamente no que vivo diariamente, na minha visão do mundo ou que era tão bem escrito e historiado que senti a necessidade de compartilhar, isso me anima a acreditar na humanidade e poder seguir em frente compartilhando mais e mais conteúdos. Decidi passar a frente essas matérias, foram as que mais me chamaram a atenção e para quem é leigo em assuntos como a militância, séria uma boa recomendação.

Os Entendidos - Onde estavam as travestis na ditadura?

Iniciando com uma aula básica de história, que cativa, instiga e chama atenção em cada paragrafo. Eu necessitava saber, historicamente, por onde passou a minha comunidade durante a ditadura, como enfrentou e (sobre)viveu a um período tão cinzento e frio na vida de diversas personas que tiveram a cara e a coragem de revolucionar, fazer diferente, encontrar uma maneira e uma saída dentro de um sistema que torturava e matava, com as próprias mãos, á vista de quem estivesse presente para ver, abria os olhos e tapava as bocas. Maquiaram. Transformando um período de dor e sofrimento, em um desfile na semana de moda, fazendo os leigos e ignorantes aplaudirem e pedirem pela sua volta. Recomendo a leitura, sei que há cristãos e evangélicos que leem o blog, mas o assunto envolve a todos nós, estamos no mesmo barco e podemos nos afogar. O conhecimento liberta.

Trip - Aqueles dias em Havana

Até hoje não entendo o por que os apoiadores de certo candidato insistem em nos mandar para Cuba, aparentemente, é um lugar muito satisfatório de vivenciar, estabilizar uma vida normal e poder desfrutar do melhor que a vida tem a nos oferecer. Acredito que o capitalismo não foi possível de atingir toda sua população, por isso os costumes que carregamos até o momento presente não será mais o mesmo dentro de um novo país. Criticamente falando, em cima do que li, consigo perceber uma grande presença da empatia das pessoas umas com as outras, um bom senso extremamente grande pelas autoridades que ali estão governando. Preciso estudar mais sobre a política de Cuba, me interessei pelo que de fato li.

Amanhã Eu Te Conto - Pabllo Vittar em: "E a música pop precisa mesmo de afinação"

É incrível como as pessoas viram profissionais em diversas áreas ao surgir algo extremamente diferente ao seu cotidiano, algo que incomoda e confronta a sociedade machista. A música Pop nunca teve alguém incrivelmente afinado, e mesmo possuindo uma voz incrível, a desafinação e erros de notas ainda são presentes, as vozes não são tão potentes como Whitney Houston e Beyonce, a versatilidade não era tão presente como é atualmente, tínhamos algo padrão, esperado. E, hoje, conseguimos encontrar artistas dos mais diversificados estilos. O que é incrível e prefiro que continuem surgindo mais e mais.

Blog Cariocando - Reserva, Jovem Pan e o medo de evoluir 

Quem não notou a grande polêmica causada principalmente pela JP na internet no Dia Internacional Contra a Homofobia? Rodopiou toda a internet e causou uma grande alvoroço até mesmo com personalidades e figuras LGBTQI+, como a própria Pabllo Vittar e Lorelay Fox, alguns outros Influenciadores Digitais também foram prejudicados por conta da campanha que não obteve nenhuma noção e empatia com o próximo. Não queria dar voz ao caso, mas esta publicação me chamou muita atenção e enriqueceu em conhecimento e conceito. Uma crítica muito bem redigida. Mostra claramente como as grandes empresas preferem compartilhar o ódio para que continue crescendo na própria ambição.

VICE - Por que corrigir o português das pessoas é um grande vacilo 

Por um período da minha vida, eu corrigi muitas pessoas que erraram algumas palavras próximas a mim, isso me incomodava, me dava nervoso por achar que aquela pessoa estava errada, mas o grande errado nessa história toda foi eu. Após ter conhecimentos políticos, consegui ter as noções básicas que estão apresentadas na publicação - e recomendo que leiam - e pude reparar os meus erros gravíssimos. O que foi essencial, pois muitas pessoas precisariam ouvir que, apesar do preconceito que outras milhares de pessoas cometem diariamente, a sua maneira de falar não estaria errada em momento algum.

TAB - Gente Branca e Thaiane Teixeira - A boca negra - o instrumento que a branquitute quer e precisa controlar para se proteger

Apesar do grande avanço social que estamos passando, o preconceito e o racismo ainda está muito enraizado dentro da nossa sociedade em quesito geral - conseguimos evoluir tecnologicamente, economicamente e criamos uma área urbana imensa que mesmo tendo seus prós, há contras, e mesmo assim a cor da pele dos outros ainda é um grande problemas para quem não sabe lidar com a realidade fora da sua bolha. A boca negra é uma das ferramentas mais poderosas que podem revolucionar o nosso país, por isso a invisibilidade que artistas negros das mais diversas áreas vem sofrendo, para que sejamos calados e deixados de lado. Algo que está sendo cada vez mais mudando.

Quais seus links favoritos? 

12 junho 2018

Hoje eu decidi me amar

É dia dos namorados (pelo menos quando estou escrevendo este texto), e diversas pessoas me perguntaram onde está a minha pessoa amada, vi também muitos rapazes levando boques de flores para a sua pessoa amada e ouvi de relance muitas pessoas conversando sobre o presente recebido neste dia tão desejado, esperado e superestimado pelos adolescentes de mentes perturbadas por uma ansiedade, em querer apressar o tempo para tudo. Na prática, eu também sou uma pessoa extremamente ansiosa, seja pelo amor ou pelo futuro, pelos acontecimentos ou acasos. Tudo para mim é uma tremenda expectativa, talvez numa tentativa de saciar a minha vontade de que, tudo tem que acontecer naquele exato momento.

Neste dia dos namorados, preferi fazer algo diferente além de admirar e notar todos os meus bons sentimentos presentes no cotidiano, uma prática que vem me fazendo muito bem. Decidi me amar mais, descobrir as minhas vontades, desejos, o meu eu por inteiro. Construir os meus sonhos cada vez mais, desenvolver uma pessoa melhor pensando em mim, criar conteúdo a fim de crescer e compartilhar cada vez mais qualidade e conhecimento, trazer assuntos à tona para que possamos criar uma discussão bacana e saudável, criar mentes pensantes e criativas.

Hoje eu decidi me amar. Amor próprio é uma coisa que sempre pregamos e pouco fazemos, algo muito difícil de ser mantido, colhido e desfrutado todos os dias. Como adolescente, eu vivo pedindo e buscando pelo relacionamento dos sonhos, como se fosse a coisa mais importante da minha vida, algo que iria fazer toda a diferença (e faz, pouca, mas muita coisa muda), mas não tem como possuir e encontrar a pessoa amada, sem amar a si próprio, estar bem consigo mesmo, entender e compreender perfeitamente que o outro será apenas um complementar e não a sua metade. Ser metade da laranja de alguém, só da a alusão de que você nunca foi completo, então seja completamente você.

Bom, feliz dia dos namorados para quem ama outro e a si próprio.