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14 outubro 2019

Criando o storytelling da sua marca de sucesso

Muita gente já deve ter ouvido sobre Storytelling, está muito em alta no mercado da comunicação e da publicidade, especificamente, o branding vem sendo contado dessa maneira: contando histórias. Seja para atrair clientes fãs do que está sendo transmitido, ou encantar àqueles que estão distante da marca por algum motivo. Recentemente a Renault conseguiu fazer ambos com apenas um comercial, contando o seu final do desenho animado 'A Caverna do Dragão', o buzz foi tão grande que no Youtube conta com mais de 27 milhões de visualizações e ficou em alta no Twitter por muito tempo.

Se engana quem acredita que o Storytelling é centrado somente nos comerciais e vídeos-patrocinados pelas empresas para aumentar o seu alcance. O marketing de conteúdo tem a sua fama exatamente por isso, e comprovado que o mesmo possui uma eficácia tão grande quanto anúncios de imagens, e uma conversão tão grande quanto posts patrocinados nas redes sociais. O que os une é a maneira que fixa a atenção dos consumidores, e isso tem isso um empecilho para algumas marcas que não conseguem manter o cliente até que o anúncio seja, realmente, comprado por ele.

Desde que comecei a empreender, e prototipar algumas estratégias de conteúdo, contar histórias foi uma das estratégias utilizadas para alcançar o público-alvo ideal sem muito esforço, além de pôr SEO e SEM numa longevidade tão grande que não fosse mais preciso divulgar a marca com a intenção de conquistar novos usuários no meu blog, mas sim manter-me ativo nas redes sociais. O que deixou de ser preciso logo em seguida. Deixei de compartilhar e avisar sobre as novas publicações na fanpage, abandonei quase mil seguidores naquela rede, também deixei de anunciar no Instagram, e o perfil é apenas um lugar que atualizo 'de vez em nunca' com algumas selfies - isso quando lembro de publica-las.

Mesmo deixando-as para trás, o blog teve um crescimento de 200% nos usuários e passamos a contabilizar mais de 170 mil acessos sem muito esforço, apenas publicando os conteúdos que faz o perfil ideal da persona criada. E o que isso tem a ver com contar histórias? Bom, você chegou até aqui. Mas deixa eu continuar com a minha experiência!

Nas minhas publicações como: o mercado da influência digital, como eu cuido da minha assessoria e como ter um bom mindset, foram conteúdos que se descaram no quesito de contar a minha história e partindo deles, poder vender a minha influência para os usuários. Resultado? Os mesmos números que contei lá em cima, fora um alcance orgânico com mais de 2.500 por publicação na fanpage, apesar dela ter um bom desenvolvimento, depender das redes sociais não é algo bom para quem trabalha e depende do alcance para se desenvolver. Todos esses conteúdos linkados tiveram divulgação nas redes sociais, bem depois de serem publicados. Mas as redes não foram responsáveis pelo seu sucesso, publicações do mesmo período receberam o mesmo efeito (tendo entre 1.200 à 4.200 acessos diretos).

Quando você oferece conhecimento ao seu público, ele nutre aquilo de forma tediosa, como se estivesse numa sala de aula à tarde, tivesse um professor cansado e frustrado com o descaso com o ensino e tendo que pegar todo conteúdo e replicar numa prova. Isso com certeza é tedioso! É uma maneira padrão de estudar, da mesma maneira que há maneiras únicas de escrever um texto.

Tudo se transforma com uma história

Todo processo criativo é baseado na inspiração que desejamos passar para o usuário/cliente no momento em que aproveita do nosso produto/conteúdo. Não é somente ler sobre a minha vida, ou de uma experiência que tive. Mas oferecer ao cliente outras perspectivas de uma dificuldade que foi suprida, e fazer com que todos entendam que àquilo é comum e pode acontecer com todos. Então, quando construo uma narrativa para àquele assunto, seja ele real ou fictício, o meu dever passa a ser a garantia da reflexão do usuário em questão, de quem aproveita aquele conteúdo.

Construir uma narrativa, uma história e fazer com que ele se desenvolva é algo necessário para que o cliente entenda o que está acontecendo e que naquilo há um embasamento real e sentimental. Na mesma estratégia, construí todo branding e popularidade da Beco de Ideias, nisso, todos os conteúdos serviram como complemento de identidade da marca. E o resultado foi sensacional! Semanalmente alcançamos cerca de 1.300 pessoas no Instagram, e aos poucos, estamos batendo metas e objetivos com muito mais facilidade, contando histórias.

31 agosto 2019

Agregando valor ao blog para empreender

Aconteceu muita coisa no final de 2018, incluindo os três anos do blog no ar, com uma estratégia viva e concretizada para continuarmos em alta, mesmo que eu estivesse longe. Mais do que publicar conteúdos e ter um calendário editorial que supra a necessidade do público, ou simplesmente entupa o seu blog de conteúdos recentes, mas também entender quem você está impactando com àquele conteúdo que teve milhares de acessos e se de fato é quem tanto esperou alcançar. Empreender é sobre isso. Diferenciar quantidade de qualidade, e ter a capacidade de recomeçar caso seja preciso. Há alguns anos eu não possuía esse mindset, mas após dar origem à uma agência criativa, tudo passou a fazer mais sentido aos meus olhos. 

A Beco é o meu primeiro empreendimento e tudo que estou desenvolvendo está sendo um novo conhecimento. E além de tudo, estou tendo contato com pessoas que jamais pensei ter e sendo seguido por empresário de diversos tamanhos e nichos, dos faturamentos mais altos até os que estão começando. E cada um tem o seu valor. Quando se pensar em criar uma empresa, primeiro, é necessário saber quem você é e quem você pode se tornar, uma vez ouvir dizer que empreendedorismo é mais sobre autoconhecimento do que ganhar dinheiro, e é verdade. Todos os momentos foi preciso entender em que ponto estava, e qual seria o próximo atingido, seja com uma estratégia, decisão ou parceria. Cada sim e não conta, e te leva para algum lugar. Também é sobre entender o sucesso dentro do fracasso.

Um pequeno sonho, e um grande sonho, dá o mesmo trabalho.

Lembro de ter dado uma pequena crise de ansiedade quando a primeira publicação no perfil da Beco de Ideias foi ao ar. Foi no Twitter, e alguns parceiros fomentaram o seu crescimento rápido e repentino. Mesmo que não tenhamos tido uma popularidade naquela rede social, usamos dela para crescer o Instagram e foi sucesso absoluto. Pequenos números são grandes para quem começa do 0. E empreender, de fato, foi iniciar do zero. Com um novo nome, uma nova marca, um outro público, novos conteúdos, maneiras de falar, me comunicar, interagir e principalmente de comportamento. Mesmo que esteja administrando o perfil da sua empresa, entender que ela tem uma personalidade distinta da sua é o primeiro passo da maturidade empresarial. Mas lá atrás, antes de tudo, agregar valor ao blog foi essencial.

No mundo do empreendedorismo, em especial, das startups, as pessoas têm costume de seguir o marketing daquela empresa para decidir qual será a aproximação com àquele empresário por trás dela. Isso é, o perfil da Beco também é um portfólio meu e de quem eu sou. Agregar valor ao que tenho em mãos, para depois depositar no que está sendo construído, é o primeiro insight que devemos ter antes de definir como a empresa será tratada. Depositando todo conhecimento, conteúdo e experiências que construiu com o seu blog à empresa/agência desenvolvida, o aumento das chances do seu êxito será ainda maior. Colou?

10 agosto 2019

Por que eu abandonei as redes sociais?

Calma, ainda dá para conversar comigo pelo meu facebook e instagram. Mas a fanpage do blog ainda vai continuar abandonada e não verão conteúdos do blog sendo divulgados no meu perfil do instagram, mesmo não sendo frequente antes. E isso foi uma decisão permanente, até que eu precise conversar contigo dentro dessas redes sociais (o que pode acontecer por conta dessa postagem). Mas o assunto é justamente sobre o algoritmo dessas redes sociais que impedem o crescimento contínuo dos blogs e marcas que tentam se desenvolver de maneira orgânica, e gratuita. Apesar de não ter esse efeito com o Blog do Deivy, principalmente na nossa fanpage, o esforço e o desgaste mental feito para bater uma meta de acessos me deixou extremamente cansado quando me questionava sobre o sucesso inalcançável.

Mas não só isso motivou o abandono das redes. As mesmas possuem um conteúdo tóxico para a mentalidade dos usuários, ao mesmo tempo que proporciona um espaço democrático e aberto aos debates, o incentivo a competição - seja de likes ou 'beleza - pode acabar com a autoestima de qualquer um. E foi justamente assim que me vi naquele momento, não que precisasse de likes para validar o meu conteúdo, ou necessitava desenvolver a minha autoestima dentro das redes sociais, mas o afastamento delas me trouxe muitos benefícios e tive grandes descobertas e conhecimento fora delas por muito mais tempo. Hoje, rolar o feed por tédio não é algo muito frequente já que descobri outros hobbys, fiz novas amizades e pude depositar tempo no colégio e na Beco de Ideias. Empreender tem sito uma luta e tanto, mas estou tendo tempo para colher os frutos e poder plantar novas sementes frequentemente.

Apesar das redes ainda serem fundamentais para o retorno dos usuários e seguidores ao blog, tudo passou por uma mudança e reeducação durante um curto período de tempo para que pudesse, de fato, deixa-las de lado e apenas publicar os conteúdos tendo certeza de que seriam vistos e comentados. Desde o começo do ano que desleixei em relação a fanpage e o blog vem crescendo, mesmo que pouco, as estratégias de SEO vem mostrando efeito e não deixando que as publicações tenha sido em vão. Precisei ir largando aos poucos, divulgando depois de algum tempo e quando divulgado o leitor ter a impressão de que já foi visto, também passei a comentar mais nos outros blogs e interagir de maneira significativa para que não perdessem o reconhecimento sobre o Blog do Deivy. Tudo preparado para me afastar significantemente e não perder a frequência de acessos, e nem cair no esquecimento.

Deu certo. Ainda veem o meu blog, sabem meu nome, interagem comigo e reconhecem o quanto ele foi importante para a construção da minha imagem e conhecimento que possuo. Posso dizer que, em meio ao mundo empresarial, ele serve como meu portfólio principalmente por comercializar em grande parte a produção de conteúdo para as empresas e clientes que procuram a Beco. Tudo que aqui foi construído nos resulta em quase 2 mil impressões semanais com estratégias de alcance orgânico, no Instagram. Mas o meu perfil próprio não fica por trás, e não quero falar de números. Acredito que todos temos algo para aprender e compartilhar com o outro, e isso sempre será a minha prioridade quando o assunto for produzir conteúdos de qualidade.

25 maio 2019

Crescer ao mesmo nível de amadurecer

Quando iniciei na internet como blogueiro, isso há 9 anos, o meu único objetivo era apenas desvendar esse mundo que ainda era pouco frequentado e muito ingênuo, sem pretensão alguma de futuro ou desenvolvimento do que poderia se tornar. Bom, não para os blogueiros que ali estavam compartilhando conteúdos e interagindo uns com os outros. No decorrer desses anos vi muita coisa mudar, desde influenciadores se tornarem o veículo principal de uma grande ou pequena empresa, até a movimentação de multinacionais para investirem nesse mercado, até então, desconhecido pelo seu público como um mercado em si.

Tive muitos blogs, alguns foram excluídos por não darem certos como eu queria. Mesmo sem muito conhecimento, sabia que era possível ser reconhecido pelo trabalho que faria com ele, sem saber por onde começar, me frustrei. Mas não desisti, olha o resultado dessa persistência, ainda estou aqui. E continuei desbravando todo conhecimento que poderia ser proporcionado para uma criança curiosa. Li muitos outros blogs, fiz muitas amizades e fui desenvolvendo novos conteúdos com base naquilo que aprendia. Descobri a paixão por marketing, depois por empreendedorismo, branding, design, diversidade e conhecimento criativo. Foram anos de muita descoberta e conhecimento, ainda está sendo, todos os dias me permito à aprender algo novo e esperar pela surpresa de amanhã.

Nem tudo foi um mar de rosas. Enfrentei muitos bloqueios criativos, algumas críticas que me fizeram pensar sobre o que realmente iria me dar futuro, e algumas autosabotagens que me fizeram pensar em desistir de tudo que havia sido construído até um certo ponto. E eu fui desistindo, com desejo de recomeçar. E foi assim que continuei seguindo em frente com os meus sonhos! Acredito que esse seja a minha diferença comparado a outros blogueiros que fracassaram e acabaram mudando o seu rumo de vida. Mas eu jamais tive o desejo de parar algo antes de dar um resultado final. O Blog do Deivy surgiu em 2015, mas com propósitos de dar certo, a intenção de dar certo. E foi assim que eu dei os primeiros passos para chegar até aqui.

A profissionalização da blogosfera

Houve uma época que tive uma participação muito ativa na blogosfera: o ápice da profissionalização. Nesse momento, posso dizer que foi o maior pico de acessos no início do blog. As pessoas que queriam fazer parte dessa transformação interagiam constantemente comigo. Seja para troca de conhecimento ou estabilizar uma futura parceria, o que me fez crescer sempre mais em questão de conhecimento, e também de tamanho. Hoje continuo sendo referência naquilo que faço, o Blog do Deivy continua sendo um currículo gigantesco para quando eu me apresento para um trabalho. Através dele, construir muita coisa na minha vida e pretendo continuar assim.

Mas a vida nos leva para novos caminhos, muitas vezes contrário ao que desejamos. Embarquei muito no marketing e empreendedorismo, cheguei a testar algumas campanhas internas e temporárias do blog que tiveram um grande desenvolvimento dentro e fora da internet. Alcancei objetivos e patamares grandiosos. Quando a blogosfera iniciou a sua profissionalização e passou a trabalhar com seus sites e blogs, até mesmo perfis do instagram, com um objetivo maior de alcançar marcas e empresas para tornar os likes em dinheiro, e fazer disso um trabalho fixo, ou renda permanente. E quando isso aconteceu, eu já tinha uma certa experiência, o que fiz foi compartilhar todo o meu conhecimento e isso acabou me dando o reconhecimento necessário para ser CEO da Beco de Ideias, a agência que acabou se tornando o meu maior objetivo de vida.

Marketing e empreendedorismo, com sonhos!

Eu tive uma sorte gigantesca na vida. Ou objetivos óbvios de acordo com a minha necessidade. Comecei na Beco (chamamos assim carinhosamente!) como assessor comercial e diretor de marketing (uma grande responsabilidade). E as coisas foram caminhando feito lesma (admito). Foram anos tentando desenvolver um projeto sustentável e que durasse mais que um ano, mesmo sem expor isso, eu sabia que a maneira que estávamos trabalhando não iria consolidar um negócio duradouro como a Beco de Ideias poderia se tornar futuramente. Tivemos tentativas fracassadas, tentei replicar muitas técnicas utilizadas aqui no Blog do Deivy, mas o resultado foi sempre o mesmo: uma pedra estava no nosso caminho.

Antes de saber a minha capacidade como CEO, procurei gerir algumas campanhas aqui no blog mesmo. Como o #DeivyTodoDia, onde trabalhei com alcance orgânico e algumas parcerias para poder testar o público que tenho através do bombardeio de informações e conteúdos. E foi um teste muito cansativo de realizar, mas conseguimos manter um conteúdo de longo-prazo 'na boca do povo' por um tempo longo, mesmo levando em consideração que as postagens seriam conteúdos para serem absorvidos e aproveitados rapidamente. Resumidamente, era para servir de isca para atrair um público passageiro. Com esse teste consegui provar a minha capacidade. Mesmo algumas coisas dando errado durante a produção de conteúdo. 

Foi preciso inovar (e sempre será!)

No final do ano passado a Beco de Ideias já estava sobre minha gerência. Algo bem passivo e discreto, mesmo querendo bradar para os quatro cantos do mundo todos os meus sonhos e objetivos com a empresa, preferi dar pequenos passos para pensar melhor sobre cada uma das parcerias que poderia realizar com finalidade de crescer e conquistar público fiel e acolhedor. Para isso precisamos passar por diversos estágios até alcançar o nível atual.

PRIMEIRO: Foi preciso ressignificar a empresa de baixo para cima. Mesmo com uma mudança na gerência, os passos que dei começaram do que todos consideram fútil para que fosse possível alcançar os maiores patamares. O que fiz foi dar um novo design às redes sociais. Renovamos a logomarca, alinhando-o ao novo propósito da agência. Anteriormente, teríamos começado com a intenção de trabalhar com influenciadores digitais e empresas, desenvolvendo conteúdo que auxiliasse essas pessoas no mercado digital. Hoje acreditamos que produzir conteúdo deve ser uma atividade prazerosa, e desenvolvemos conteúdos para empresas que desejam uma comunicação mais conversiva em relação ao público.


SEGUNDO:  A parte mais fácil, acredito eu, foi compartilhar conteúdos que apresente ao público os nossos interesses. Mas nem sempre isso significa que daria menos trabalho. Nossa comunicação com o público-alvo iniciou com pequenas conversas, sendo uma mensagem rápida que precisava ser deixada e vista rapidamente, mas que encantasse. O que mais se enquadrou a este perfil foi o Twitter. Dar um start no nosso perfil da rede fez com que alcançássemos 10 mil pessoas com os tweets e fomentasse as primeiras parcerias.


TERCEIRO:  Passamos para o Instagram com uma sede de conquistar e dominar o mundo (brincadeira! rs). Mas apresentamos a então fundadora Laís Cruz, e o então CEO, eu. Apresentamos todos os conteúdos que temos especialidade e iriamos abordar mais para frente. Mas de uma maneira aprofundada: compartilhávamos curtos conteúdos que davam ao público uma noção do que se tratava o tema em questão. Fazendo assim o público se identificar  com uma frequência maior. Alcançamos quase 1 mil pessoas na primeira semana de perfil.

Como será o futuro?

Quando você empreende vive em um mar de incertezas, mas arrisca o tempo inteiro para um futuro estável com os seus sonhos, trabalho e emocional. Mas tudo vai amadurecendo com o tempo, o blog não é mais a minha brincadeira de criança, tão pouco estou usufruindo dele como antes e como realmente queria. Mas quando se tem uma empresa para gerir e parceiros para cuidar, o tempo acaba sendo muito limitado e racionalizado para que tudo dê certo enquanto possa. A produção de conteúdo demanda tempo e é necessário escrever com a vontade de transparecer conteúdo de qualidade para todos aqueles que lerem. 

A Beco de Ideias vem crescendo em todos os sentidos. Na credibilidade, no número de parceiros comerciais, na administração de campanhas e projetos e no fluxo financeiro. Acredito que a estabilidade não esteja tão longe para ela, assim como para toda empresa de qualidade que vem surgindo. Estamos fomentando as parcerias certas, baseada nas minhas histórias contadas aqui, e nos princípios e caminhos determinantes, baseados naquilo que vivenciei anos atrás. Futuramente estarei vendo qual rumo o Blog do Deivy irá tomar dentro de tantas novidades e acontecimentos, e tenho certeza de que ele não ficará de lado.

Beijos do Deivy!

27 abril 2019

Para que serve um blog?

Eu me fiz muito essa pergunta. E é comum, todos nós que criamos conteúdos pensarmos sobre como um blog pode ser útil na sua vida profissional ou como pode utilizar para aprimorar a divulgação do seu trabalho através de artigos, noticias, opiniões, o famoso marketing de conteúdo entrando em ação por todos os lados dentro de uma pequena página que recebe poucas atenções na maioria das vezes. Mas tem lá a sua importância dentro da internet, do meio corporativo e agrega valor à sua pessoa - mesmo que não perceba. O blog pode ser bem mais que uma página na internet que agrega conteúdo aos mecanismos de busca, além de ser um espaço super democrático, a experiência de escrever trás muitos benefícios à carreira de qualquer profissional - e em qualquer área de atuação.

Mas eu não estou aqui para te dar dicas que pode encontrar em qualquer lugar, tão pouco dizer que o sucesso está na frente da sua porta. Isso séria catastrófico, até porque, o sucesso de cada um está na jornada que traçam em suas vidas. Mas de um tempo para cá tenho percebido de que a maneira de trabalhar com a internet mudou, em especial com os blogs. Vejo muita gente dizendo que sente saudades do tempo em que trabalhar com blogs era ter a sua vida contada, ao invés de textos bem escritos com teor publicitário. Ou com aqueles layouts que brilhavam, com bastante cores (sem ordem alguma) e um lugar para chamar de seu, ao invés do design clean e uma rígida paleta de cores, mas as coisas evoluem com o tempo e com a internet não foi diferente.

Hoje, de verdade, já não tenho mais a animação e o fervor de produzir cada vez mais e mais para o blog. É raro ter uma publicação vaga como nos anos anteriores, todas compridas e com uma linguagem além do normal para uma adolescente (afinal, ainda tenho 16 anos, caso não saiba). Mas talvez tudo isso significa que eu esteja crescendo e minha vida indo para um outro estágio de amadurecimento. Ou por eu ter assumido a Beco de Ideias como CEO - e acredite, é uma responsabilidade enorme. Mas também por querer cada vez mais aperfeiçoar e profissionalizar o que faço, e quem sou.

O blog hoje serviu de portfólio para tudo que faço, ele valida o meu conhecimento e a minha capacidade de gerir um projeto de marketing, e qualquer outro relacionado a branding. Desde uma simples campanha à uma empresa, foi assim que aconteceu com a Beco. Mas eu me sinto completamente feliz por ter chegado aqui, você não imaginam o quanto. Isso não significa que o blog irá acabar, muito pelo contrário, é só um agradecimento, ou uma lembrança do quanto evoluímos e não percebemos. Sou incrivelmente e imensamente grato à blogosfera, por ter me dado oportunidades grandiosas e ter me feito descobrir meus talentos com um sucesso estrondoso - sim, eu fiz sucesso e os números não me deixam mentir. Mas isso não vale a pena ser medido. Eu só preciso me sentir grato.