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28 dezembro 2019

A experiência de viver muito em tão pouco

Acredito que todos tenham tido a impressão de que 2019 passou muito rápido, praticamente na velocidade da luz. Tão rápido que nem conseguimos perceber o quanto aprendemos, crescemos e evoluímos, ao mesmo tempo que seguimos por novos caminhos e direções. Apesar de ter ficado bem afastado do Blog do Deivy, depois de um ano me dedicando pra caramba para ele alcançar diferentes e gigantes patamares - os quais sonhei no passado, todo esse esforço foi direcionado para um novo projeto, um outro objetivo e propósito. A Beco de Ideias cresceu muito, consegui realizar muitas metas que surgiram no decorrer da caminhada. E, coincidentemente, me fez perceber que poderia fazer muito mais novamente pelo blog, voltar a produzir conteúdos e poder ressignificar novamente o que foi sendo construído durante anos.

E lá no começo, quando estava ainda pensando sobre como iria manter a gestão e produção do blog, com a gestão da Beco e todos os clientes que iriamos conquistar, alguns conteúdos foram ao ar mostrando o que viria pela frente. Todos os conteúdos soaram como uma despedida ainda temporária para que não se assustassem ou entristecessem com o meu desaparecimento ao longo do ano. Desde a postagem sobre cuidar de si mesmo, até as resenhas de livros que li durante o meu processo de autoconhecimento e alguns outros mais leves para poder acalmar o espírito por conta da grande correria. Jogar tudo para o alto é assustador, ao mesmo tempo que desafiador e curioso para alguém que deseja descobrir o nome. Até mesmo voltei a dar dicas sobre empreendedorismo e outros assuntos que descobri ao decorrer do tempo, inclusive, foi o início dessa categoria aqui no blog.

Mesmo afastado, consegui criar, desenvolver e dar atenção às pequenas coisas que o blog carecia. Tudo isso me motivou a iniciar novamente com ele em 2020, criar novas categorias e até mesmo potencializar a minha marca pessoal além da Beco de Ideias. Bom, fica aqui mais uma promessa para mais um ano: escrever e continuar mudando a vida das pessoas que consigo impactar. Agora, aproveitem o que já foi publicado aqui, em breve terá muito mais!


14 outubro 2019

Criando o storytelling da sua marca de sucesso

Muita gente já deve ter ouvido sobre Storytelling, está muito em alta no mercado da comunicação e da publicidade, especificamente, o branding vem sendo contado dessa maneira: contando histórias. Seja para atrair clientes fãs do que está sendo transmitido, ou encantar àqueles que estão distante da marca por algum motivo. Recentemente a Renault conseguiu fazer ambos com apenas um comercial, contando o seu final do desenho animado 'A Caverna do Dragão', o buzz foi tão grande que no Youtube conta com mais de 27 milhões de visualizações e ficou em alta no Twitter por muito tempo.

Se engana quem acredita que o Storytelling é centrado somente nos comerciais e vídeos-patrocinados pelas empresas para aumentar o seu alcance. O marketing de conteúdo tem a sua fama exatamente por isso, e comprovado que o mesmo possui uma eficácia tão grande quanto anúncios de imagens, e uma conversão tão grande quanto posts patrocinados nas redes sociais. O que os une é a maneira que fixa a atenção dos consumidores, e isso tem isso um empecilho para algumas marcas que não conseguem manter o cliente até que o anúncio seja, realmente, comprado por ele.

Desde que comecei a empreender, e prototipar algumas estratégias de conteúdo, contar histórias foi uma das estratégias utilizadas para alcançar o público-alvo ideal sem muito esforço, além de pôr SEO e SEM numa longevidade tão grande que não fosse mais preciso divulgar a marca com a intenção de conquistar novos usuários no meu blog, mas sim manter-me ativo nas redes sociais. O que deixou de ser preciso logo em seguida. Deixei de compartilhar e avisar sobre as novas publicações na fanpage, abandonei quase mil seguidores naquela rede, também deixei de anunciar no Instagram, e o perfil é apenas um lugar que atualizo 'de vez em nunca' com algumas selfies - isso quando lembro de publica-las.

Mesmo deixando-as para trás, o blog teve um crescimento de 200% nos usuários e passamos a contabilizar mais de 170 mil acessos sem muito esforço, apenas publicando os conteúdos que faz o perfil ideal da persona criada. E o que isso tem a ver com contar histórias? Bom, você chegou até aqui. Mas deixa eu continuar com a minha experiência!

Nas minhas publicações como: o mercado da influência digital, como eu cuido da minha assessoria e como ter um bom mindset, foram conteúdos que se descaram no quesito de contar a minha história e partindo deles, poder vender a minha influência para os usuários. Resultado? Os mesmos números que contei lá em cima, fora um alcance orgânico com mais de 2.500 por publicação na fanpage, apesar dela ter um bom desenvolvimento, depender das redes sociais não é algo bom para quem trabalha e depende do alcance para se desenvolver. Todos esses conteúdos linkados tiveram divulgação nas redes sociais, bem depois de serem publicados. Mas as redes não foram responsáveis pelo seu sucesso, publicações do mesmo período receberam o mesmo efeito (tendo entre 1.200 à 4.200 acessos diretos).

Quando você oferece conhecimento ao seu público, ele nutre aquilo de forma tediosa, como se estivesse numa sala de aula à tarde, tivesse um professor cansado e frustrado com o descaso com o ensino e tendo que pegar todo conteúdo e replicar numa prova. Isso com certeza é tedioso! É uma maneira padrão de estudar, da mesma maneira que há maneiras únicas de escrever um texto.

Tudo se transforma com uma história

Todo processo criativo é baseado na inspiração que desejamos passar para o usuário/cliente no momento em que aproveita do nosso produto/conteúdo. Não é somente ler sobre a minha vida, ou de uma experiência que tive. Mas oferecer ao cliente outras perspectivas de uma dificuldade que foi suprida, e fazer com que todos entendam que àquilo é comum e pode acontecer com todos. Então, quando construo uma narrativa para àquele assunto, seja ele real ou fictício, o meu dever passa a ser a garantia da reflexão do usuário em questão, de quem aproveita aquele conteúdo.

Construir uma narrativa, uma história e fazer com que ele se desenvolva é algo necessário para que o cliente entenda o que está acontecendo e que naquilo há um embasamento real e sentimental. Na mesma estratégia, construí todo branding e popularidade da Beco de Ideias, nisso, todos os conteúdos serviram como complemento de identidade da marca. E o resultado foi sensacional! Semanalmente alcançamos cerca de 1.300 pessoas no Instagram, e aos poucos, estamos batendo metas e objetivos com muito mais facilidade, contando histórias.

31 agosto 2019

Agregando valor ao blog para empreender

Aconteceu muita coisa no final de 2018, incluindo os três anos do blog no ar, com uma estratégia viva e concretizada para continuarmos em alta, mesmo que eu estivesse longe. Mais do que publicar conteúdos e ter um calendário editorial que supra a necessidade do público, ou simplesmente entupa o seu blog de conteúdos recentes, mas também entender quem você está impactando com àquele conteúdo que teve milhares de acessos e se de fato é quem tanto esperou alcançar. Empreender é sobre isso. Diferenciar quantidade de qualidade, e ter a capacidade de recomeçar caso seja preciso. Há alguns anos eu não possuía esse mindset, mas após dar origem à uma agência criativa, tudo passou a fazer mais sentido aos meus olhos. 

A Beco é o meu primeiro empreendimento e tudo que estou desenvolvendo está sendo um novo conhecimento. E além de tudo, estou tendo contato com pessoas que jamais pensei ter e sendo seguido por empresário de diversos tamanhos e nichos, dos faturamentos mais altos até os que estão começando. E cada um tem o seu valor. Quando se pensar em criar uma empresa, primeiro, é necessário saber quem você é e quem você pode se tornar, uma vez ouvir dizer que empreendedorismo é mais sobre autoconhecimento do que ganhar dinheiro, e é verdade. Todos os momentos foi preciso entender em que ponto estava, e qual seria o próximo atingido, seja com uma estratégia, decisão ou parceria. Cada sim e não conta, e te leva para algum lugar. Também é sobre entender o sucesso dentro do fracasso.

Um pequeno sonho, e um grande sonho, dá o mesmo trabalho.

Lembro de ter dado uma pequena crise de ansiedade quando a primeira publicação no perfil da Beco de Ideias foi ao ar. Foi no Twitter, e alguns parceiros fomentaram o seu crescimento rápido e repentino. Mesmo que não tenhamos tido uma popularidade naquela rede social, usamos dela para crescer o Instagram e foi sucesso absoluto. Pequenos números são grandes para quem começa do 0. E empreender, de fato, foi iniciar do zero. Com um novo nome, uma nova marca, um outro público, novos conteúdos, maneiras de falar, me comunicar, interagir e principalmente de comportamento. Mesmo que esteja administrando o perfil da sua empresa, entender que ela tem uma personalidade distinta da sua é o primeiro passo da maturidade empresarial. Mas lá atrás, antes de tudo, agregar valor ao blog foi essencial.

No mundo do empreendedorismo, em especial, das startups, as pessoas têm costume de seguir o marketing daquela empresa para decidir qual será a aproximação com àquele empresário por trás dela. Isso é, o perfil da Beco também é um portfólio meu e de quem eu sou. Agregar valor ao que tenho em mãos, para depois depositar no que está sendo construído, é o primeiro insight que devemos ter antes de definir como a empresa será tratada. Depositando todo conhecimento, conteúdo e experiências que construiu com o seu blog à empresa/agência desenvolvida, o aumento das chances do seu êxito será ainda maior. Colou?

10 agosto 2019

Por que eu abandonei as redes sociais?

Calma, ainda dá para conversar comigo pelo meu facebook e instagram. Mas a fanpage do blog ainda vai continuar abandonada e não verão conteúdos do blog sendo divulgados no meu perfil do instagram, mesmo não sendo frequente antes. E isso foi uma decisão permanente, até que eu precise conversar contigo dentro dessas redes sociais (o que pode acontecer por conta dessa postagem). Mas o assunto é justamente sobre o algoritmo dessas redes sociais que impedem o crescimento contínuo dos blogs e marcas que tentam se desenvolver de maneira orgânica, e gratuita. Apesar de não ter esse efeito com o Blog do Deivy, principalmente na nossa fanpage, o esforço e o desgaste mental feito para bater uma meta de acessos me deixou extremamente cansado quando me questionava sobre o sucesso inalcançável.

Mas não só isso motivou o abandono das redes. As mesmas possuem um conteúdo tóxico para a mentalidade dos usuários, ao mesmo tempo que proporciona um espaço democrático e aberto aos debates, o incentivo a competição - seja de likes ou 'beleza - pode acabar com a autoestima de qualquer um. E foi justamente assim que me vi naquele momento, não que precisasse de likes para validar o meu conteúdo, ou necessitava desenvolver a minha autoestima dentro das redes sociais, mas o afastamento delas me trouxe muitos benefícios e tive grandes descobertas e conhecimento fora delas por muito mais tempo. Hoje, rolar o feed por tédio não é algo muito frequente já que descobri outros hobbys, fiz novas amizades e pude depositar tempo no colégio e na Beco de Ideias. Empreender tem sito uma luta e tanto, mas estou tendo tempo para colher os frutos e poder plantar novas sementes frequentemente.

Apesar das redes ainda serem fundamentais para o retorno dos usuários e seguidores ao blog, tudo passou por uma mudança e reeducação durante um curto período de tempo para que pudesse, de fato, deixa-las de lado e apenas publicar os conteúdos tendo certeza de que seriam vistos e comentados. Desde o começo do ano que desleixei em relação a fanpage e o blog vem crescendo, mesmo que pouco, as estratégias de SEO vem mostrando efeito e não deixando que as publicações tenha sido em vão. Precisei ir largando aos poucos, divulgando depois de algum tempo e quando divulgado o leitor ter a impressão de que já foi visto, também passei a comentar mais nos outros blogs e interagir de maneira significativa para que não perdessem o reconhecimento sobre o Blog do Deivy. Tudo preparado para me afastar significantemente e não perder a frequência de acessos, e nem cair no esquecimento.

Deu certo. Ainda veem o meu blog, sabem meu nome, interagem comigo e reconhecem o quanto ele foi importante para a construção da minha imagem e conhecimento que possuo. Posso dizer que, em meio ao mundo empresarial, ele serve como meu portfólio principalmente por comercializar em grande parte a produção de conteúdo para as empresas e clientes que procuram a Beco. Tudo que aqui foi construído nos resulta em quase 2 mil impressões semanais com estratégias de alcance orgânico, no Instagram. Mas o meu perfil próprio não fica por trás, e não quero falar de números. Acredito que todos temos algo para aprender e compartilhar com o outro, e isso sempre será a minha prioridade quando o assunto for produzir conteúdos de qualidade.